{"id":74230,"date":"2022-10-27T02:39:35","date_gmt":"2022-10-27T02:39:35","guid":{"rendered":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/blog\/"},"modified":"2023-05-05T01:37:08","modified_gmt":"2023-05-05T01:37:08","slug":"5-metodos-para-a-gestao-da-fascite-plantar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/blog\/5-metodos-para-a-gestao-da-fascite-plantar\/","title":{"rendered":"5 M\u00e9todos para a Gest\u00e3o da Fascite Plantar"},"content":{"rendered":"<p class=\"text\">A fascite plantar (usualmente referida como dor no calcanhar ou fasciopatia plantar) \u00e9 a condi\u00e7\u00e3o de sobre-uso mais comum, que afeta o p\u00e9. Apresenta-se como dor no calcanhar e em toda a planta do p\u00e9. Tipicamente \u00e9 mais dolorosa aquando os primeiros passos, de manh\u00e3, e ao suportar o peso do corpo, ap\u00f3s um per\u00edodo de descanso. \u00c9 mais comum em indiv\u00edduos sedent\u00e1rios, mas pode ser a causa de 8% de todas as les\u00f5es relacionadas com a corrida (1).<\/p>\n<p class=\"text\">S\u00e3o utilizadas diversas interven\u00e7\u00f5es na gest\u00e3o da Fascite Plantar (FP). Tudo, desde rolar uma esponja na f\u00e1scia plantar, \u00e0 compra de ort\u00f3teses, at\u00e9 \u00e0 perda de peso, \u00e9 anunciado como solu\u00e7\u00e3o para o problema. Uma revis\u00e3o sistem\u00e1tica, recente, causou alguma controv\u00e9rsia nas redes sociais, dado que o fortalecimento progressivo n\u00e3o foi recomendado como parte da gest\u00e3o da FP, devido \u00e0 aus\u00eancia de ensaios de alta qualidade (2). Em alternativa, foram recomendadas interven\u00e7\u00f5es de alongamentos, coloca\u00e7\u00e3o de tape nos p\u00e9s, e interven\u00e7\u00f5es educativas como abordagem central, bem como na gest\u00e3o de carga, cal\u00e7ado e abordagem de condi\u00e7\u00f5es relacionadas, tais como o IMC.<\/p>\n<p class=\"text\">O objetivo deste blogue \u00e9 esclarecer alguma ambiguidade, e delinear 5 m\u00e9todos de gest\u00e3o de FP, utilizando as <a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/research-reviews\/\">Revis\u00f5es de Pesquisa da Physio Network<\/a>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>1) Treino de for\u00e7a<\/strong><\/h4>\n<p class=\"text\">Basta passar algum tempo no Instagram e, provavelmente, concluir\u00e1 que o fortalecimento muscular dos g\u00e9meos e da f\u00e1scia plantar \u00e9 a resposta para a FP. A explica\u00e7\u00e3o comum \u00e9 que a carga est\u00e1 a ser excessiva para a capacidade de a f\u00e1scia plantar lidar, e que por isso ocorre dor, pelo que, aumentando a sua capacidade de tolerar mais carga, reduzir\u00e1 a dor a longo prazo. O treino de for\u00e7a pode-se ter tornado popular, para o tratamento da FP, devido \u00e0 semelhan\u00e7a da apresenta\u00e7\u00e3o de sintomas com as tendinopatias, e aos benef\u00edcios do treino de for\u00e7a com resist\u00eancias lentas e pesadas para essa condi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"text\">Numa revis\u00e3o de Tom Goom, na <a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/research-reviews\/\">Revis\u00f5es de Pesquisa da Physio Network<\/a>, 70 pacientes com FP foram randomizados para um programa HSR auto-doseado ou para um programa HSR pr\u00e9-determinado. As sess\u00f5es foram realizadas dia sim, dia n\u00e3o, durante 12 semanas, juntamente com educa\u00e7\u00e3o e um protetor de calcanhar. O grupo auto-doseado fez o maior n\u00famero poss\u00edvel de sess\u00f5es, indo com mais carga poss\u00edvel, mas menos do que as suas 8 repeti\u00e7\u00f5es m\u00e1ximas (RM). O grupo pr\u00e9-determinado executou um protocolo de s\u00e9ries entre 12RM a 8RM.<\/p>\n<p class=\"text\">Em 12 semanas, n\u00e3o houve diferen\u00e7as estatisticamente significativas entre qualquer uma das medidas de resultado. Apenas 4 pacientes melhoraram para atingir um estado sintom\u00e1tico aceit\u00e1vel. Isto n\u00e3o significa que o treino de for\u00e7a n\u00e3o tenha um papel na gest\u00e3o da FP. Pode apenas significar que o maratonista e o sedent\u00e1rio adulto, mais velho, n\u00e3o precisam do mesmo tratamento (ou seja, levantamento de peso). Quando usado em conjunto com a educa\u00e7\u00e3o, alongamento e tape, o treino de for\u00e7a pode ser ainda mais apropriado para indiv\u00edduos que o desfrutem ou que necessitem de um regresso ao desporto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>2) Alongamentos<\/strong><\/h4>\n<p class=\"text\">O alongamento tem sido tradicionalmente recomendado como uma estrat\u00e9gia de tratamento para a FP. Isto pode dever-se \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o da amplitude de flex\u00e3o dorsal do tornozelo que \u00e9 comum nesta popula\u00e7\u00e3o. Uma revis\u00e3o por Tom Goom, na <a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/research-reviews\/\">Revis\u00f5es de Pesquisa da Physio Network<\/a>, procurou determinar a rela\u00e7\u00e3o entre a tens\u00e3o dos g\u00e9meos e a gravidade dos sintomas da FP.<\/p>\n<p class=\"text\">33 pacientes com FP completaram 3 x 15 repeti\u00e7\u00f5es duas vezes por dia do protocolo exc\u00eantrico modificado de Aldredson (joelho mantido em extens\u00e3o para atingir os g\u00e9meos). Os pacientes tamb\u00e9m receberam uma tala de Strassburg ou uma tala noturna, caso os sintomas fossem graves logo pela manh\u00e3. As medidas de resultados inclu\u00edram a escala visual anal\u00f3gica, nos primeiros passos de manh\u00e3, e a amplitude de movimento do tornozelo. Estes foram registados na linha de base, 6 semanas e 3, 6, e 9 meses.<\/p>\n<p class=\"aligncentre\"><a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/iStock-1202786878-scaled-e1659361018458.jpg\" class=\"js-single-image-lightbox\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.physio-network.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/iStock-1202786878-scaled-e1659361018458.jpg\" alt=\"image\"><\/a><\/p>\n<p class=\"text\">Houve melhorias significativas na dor e na tens\u00e3o dos g\u00e9meos. Houve tamb\u00e9m uma forte correla\u00e7\u00e3o estatisticamente significativa entre a tens\u00e3o dos g\u00e9meos e a gravidade da dor no calcanhar.<\/p>\n<p class=\"text\">Agora, se estiver a pensar &#8211; &#8220;o exerc\u00edcio n\u00e3o foi mais um programa de carga, e n\u00e3o um programa de alongamento? &#8211; Estaria correto. N\u00e3o se pode recomendar um alongamento est\u00e1tico e din\u00e2mico baseado num protocolo que provavelmente contribuiu tanto para o alongamento como para o refor\u00e7o dos g\u00e9meos. No entanto, a revis\u00e3o sistem\u00e1tica recomendava que o alongamento fosse &#8220;universalmente aplicado&#8221; a todos os indiv\u00edduos com FP (2). O tipo, dura\u00e7\u00e3o e frequ\u00eancia do alongamento deve ser adaptado ao indiv\u00edduo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>3) Ort\u00f3teses\/Palmilhas<\/strong><\/h4>\n<p class=\"text\">A ort\u00f3teses, para os p\u00e9s, na gest\u00e3o da FP geram muita controv\u00e9rsia. Um pedologista pode dizer-lhe que s\u00e3o essenciais, enquanto um fisioterapeuta pode nem sequer consider\u00e1-las.<\/p>\n<p class=\"text\">Numa revis\u00e3o de Ian Griffiths, na <a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/research-reviews\/\">Revis\u00f5es de Pesquisa da Physio Network<\/a>, os autores efetuaram um estudo randomizado controlado (ERC) duplamente cego, comparando as ort\u00f3teses para os p\u00e9s, feitas \u00e0 medida, com os cuidados habituais de GP em 185 pacientes com FP. Os participantes foram randomizados em 3 grupos. O grupo 1 foi encaminhado para um pedologista para ort\u00f3teses feitas \u00e0 medida, o grupo 2 foi encaminhado para um pedologista para ort\u00f3teses falsas e o grupo 3 foi o grupo de cuidados habituais liderado por m\u00e9dicos de cl\u00ednica geral (incluindo CSI). Todos os 3 grupos receberam informa\u00e7\u00f5es relacionadas com a FP, juntamente com exerc\u00edcios de alongamento e fortalecimento.<\/p>\n<p class=\"aligncentre\"><a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/iStock-1307928205-scaled-e1659361533400.jpg\" class=\"js-single-image-lightbox\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.physio-network.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/iStock-1307928205-scaled-e1659361533400.jpg\" alt=\"image\"><\/a><\/p>\n<p class=\"text\">Curiosamente, com 12 semanas, o grupo de GP mostrou mais melhorias do que o grupo das ort\u00f3teses para os p\u00e9s feitas \u00e0 medida. Al\u00e9m disso, n\u00e3o houve diferen\u00e7as significativas relatadas entre as ort\u00f3teses de p\u00e9s feitas \u00e0 medida e as ort\u00f3teses falsas.<\/p>\n<p class=\"text\">Dadas as limita\u00e7\u00f5es do estudo, seria insensato nunca considerar as ort\u00f3teses para pacientes com FP. Como sugerido por Morrissey e colegas (2021), as ort\u00f3teses adaptadas podem ser fornecidas como complemento ap\u00f3s 4-6 semanas da abordagem centrada na educa\u00e7\u00e3o, alongamento e coloca\u00e7\u00e3o de tape (2).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>4) Cal\u00e7ado<\/strong><\/h4>\n<p class=\"text\">A mudan\u00e7a de cal\u00e7ado \u00e9 um m\u00e9todo f\u00e1cil de modular os sintomas para os indiv\u00edduos com FP. No entanto, n\u00e3o h\u00e1 atualmente evid\u00eancia que sugira qual \u00e9 o cal\u00e7ado ideal para ajudar a reduzir os sintomas da FP. Um artigo aprofundado por Ian Griffiths, na <a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/research-reviews\/\">Revis\u00f5es de Pesquisa da Physio Network<\/a>, procurou determinar se o cal\u00e7ado de corrida maximalista poderia ser utilizado como parte de um protocolo de gest\u00e3o da FP, e se tinha algum impacto mensur\u00e1vel sobre o cal\u00e7ado de corrida normal\/padr\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"text\">38 pacientes, com dor no calcanhar, unilateralmente, durante 1-6 meses e com espessamento da f\u00e1scia plantar (confirmado atrav\u00e9s de ultrassons), foram recrutados e completaram o estudo. Aos pacientes foram, aleatoriamente, distribu\u00eddos quer o cal\u00e7ado maximalista (mais amortecido devido \u00e0 maior espessura da sola) quer o cal\u00e7ado padr\u00e3o. Todos os participantes receberam tamb\u00e9m conselhos sobre alongamentos, utiliza\u00e7\u00e3o de talas noturnas, utiliza\u00e7\u00e3o de \u00e1gua gelada e AINEs durante 10-14 dias. O estudo durou 12 semanas, com ultrassons realizados ap\u00f3s o estudo, juntamente com a EVA.<\/p>\n<p class=\"aligncentre\"><a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/iStock-1333942726-scaled-e1659396513657.jpg\" class=\"js-single-image-lightbox\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.physio-network.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/iStock-1333942726-scaled-e1659396513657.jpg\" alt=\"image\"><\/a><\/p>\n<p class=\"text\">Houve uma diminui\u00e7\u00e3o da espessura m\u00e9dia da f\u00e1scia plantar, tanto no cal\u00e7ado maximalista, como no cal\u00e7ado padr\u00e3o, mas n\u00e3o foi estatisticamente significativa. Contudo, houve uma diferen\u00e7a estatisticamente significativa entre grupos, em que o cal\u00e7ado maximalista teve uma maior redu\u00e7\u00e3o na dor em compara\u00e7\u00e3o com o cal\u00e7ado padr\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"text\">As recomenda\u00e7\u00f5es espec\u00edficas para o formato ideal do sapato continuam a n\u00e3o ser claras. No entanto, com base neste estudo, parece que a abordagem ao cal\u00e7ado continua a ser uma ferramenta \u00fatil para modificar os sintomas de quem sofra de FP.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>5) Inje\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h4>\n<p class=\"text\"><span style=\"font-weight: 400;\">A inje\u00e7\u00e3o de corticosteroides (CSI) tem sido utilizada para tratar a FP, apesar de haver um risco acrescido de rutura da f\u00e1scia plantar. A revis\u00e3o da investiga\u00e7\u00e3o de Tom Goom, na <\/span><a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/research-reviews\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">Revis\u00f5es de Pesquisa da Physio Network<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, explorou um estudo que visava avaliar o efeito do tratamento de CSI, treino de for\u00e7a e uma combina\u00e7\u00e3o dos dois para a FP.<\/span><\/p>\n<p class=\"text\">Os autores recrutaram 90 sujeitos que foram randomizados para um dos tr\u00eas grupos. O \u00fanico grupo de CSI teve inje\u00e7\u00f5es uma vez por m\u00eas, at\u00e9 que a espessura da f\u00e1scia plantar fosse inferior a 4mm. O grupo de treino de for\u00e7a apenas realizou exerc\u00edcios de eleva\u00e7\u00e3o do calcanhar, resist\u00eancia \u00e0 flex\u00e3o do dedo do p\u00e9 e invers\u00e3o do tornozelo com alongamentos para os g\u00e9meos e para a f\u00e1scia plantar. O terceiro grupo era uma combina\u00e7\u00e3o de ambos.<\/p>\n<p class=\"text\">O \u00cdndice de Fun\u00e7\u00e3o do P\u00e9, a dor ao primeiro passo, e a dor m\u00e9dia durante a fun\u00e7\u00e3o, foram avaliados na linha de base, 3, 6, 12, e 24 meses. Houve melhorias significativas \u00e0s 6 semanas, na dor durante a fun\u00e7\u00e3o e no \u00edndice da fun\u00e7\u00e3o do p\u00e9, com principais melhorias essencialmente observadas no grupo combinado. Os autores conclu\u00edram que a CSI e o treino de for\u00e7a s\u00e3o o melhor tratamento para a FP, apesar da baixa qualidade da evid\u00eancia, em geral, para esta abordagem. Pode ser sensato considerar uma inje\u00e7\u00e3o como uma op\u00e7\u00e3o posterior, se os sintomas n\u00e3o estiverem a melhorar com a abordagem de gest\u00e3o de base descrita por Morrissey e Colegas (2).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>Envolvimento<\/strong><\/h4>\n<p class=\"text\">Este blogue delineou 5 m\u00e9todos para gerir a FP. Os t\u00f3picos que s\u00e3o importantes considerar no \u00e2mbito da gest\u00e3o da FP, mas n\u00e3o s\u00e3o aqui aprofundados, incluem a coloca\u00e7\u00e3o de tape, perda de peso, educa\u00e7\u00e3o e modifica\u00e7\u00e3o de atividade. Talvez os exploremos numa parte 2!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A fascite plantar (usualmente referida como dor no calcanhar ou fasciopatia plantar) \u00e9 a condi\u00e7\u00e3o de sobre-uso mais comum, que afeta o p\u00e9. 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