{"id":74239,"date":"2022-10-28T07:53:24","date_gmt":"2022-10-28T07:53:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/blog\/"},"modified":"2023-05-05T01:29:37","modified_gmt":"2023-05-05T01:29:37","slug":"osteoartrose-do-joelho-implementar-a-investigacao-na-pratica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/blog\/osteoartrose-do-joelho-implementar-a-investigacao-na-pratica\/","title":{"rendered":"Osteoartrose do joelho: Implementar a Investiga\u00e7\u00e3o na Pr\u00e1tica"},"content":{"rendered":"<p class=\"text\">A Osteoartrose (OA), uma doen\u00e7a progressiva que afeta as articula\u00e7\u00f5es e provoca dor cr\u00f3nica e incapacidade, \u00e9 o tipo mais comum de artrose, tanto em pa\u00edses desenvolvidos como em desenvolvimento, com 250 milh\u00f5es de adultos afetados em todo o mundo (1). A OA do joelho representa mais de 80% da incid\u00eancia total da doen\u00e7a e afeta pelo menos 19% dos adultos americanos com 45 anos de idade ou mais (2). Apesar de ter tal incid\u00eancia e uma correla\u00e7\u00e3o direta com fatores relacionados com o estilo de vida, a gest\u00e3o da OA do joelho est\u00e1 frequentemente em desacordo com as evid\u00eancias atuais, que defendem interven\u00e7\u00f5es n\u00e3o cir\u00fargicas e que envolvem uma abordagem centrada no exerc\u00edcio para melhorar a fun\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"text\"><em>Precisamos de tornar os nossos joelhos grandiosos novamente!<\/em><\/p>\n<p class=\"aligncentre\"><a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/iStock-1146828372-scaled-e1649259487176.jpg\" class=\"js-single-image-lightbox\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.physio-network.com\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/iStock-1146828372-scaled-e1649259487176.jpg\" alt=\"image\"><\/a><\/p>\n<p class=\"text\">O objetivo deste blogue \u00e9 colmatar a discrep\u00e2ncia entre a evid\u00eancia atual e os cuidados ao paciente, atrav\u00e9s da discuss\u00e3o de um estudo de caso, e de como as Revis\u00f5es de Investiga\u00e7\u00e3o da Physio Network me ajudaram a compreender e a navegar atrav\u00e9s desta discrep\u00e2ncia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>Estudo de caso<\/strong><\/h4>\n<p class=\"text\">A minha paciente era uma mulher de 55 anos com dores bilateralmente nos joelhos, durante 2 meses. Apresentou o diagn\u00f3stico de OA bilateral do joelho confirmado atrav\u00e9s de raio-X. A dor era de 4\/10 no seu melhor e 8\/10 no seu pior. Os fatores de agravamento inclu\u00edam a perman\u00eancia cont\u00ednua em p\u00e9, durante mais de 20 minutos, e o jogging ligeiro era bastante doloroso. Caminhar curtas dist\u00e2ncias era toler\u00e1vel, mas havia dores intermitentes que dificultavam a descida de escadas. Ouvia-se crepita\u00e7\u00e3o no joelho direito, com diminui\u00e7\u00e3o da extens\u00e3o do joelho e sensibilidade sentida ao longo da linha de jun\u00e7\u00e3o, com edema.<\/p>\n<p class=\"text\">Foi-lhe prescrito AINE e foi-lhe recomendado repouso. Ela tamb\u00e9m tentou um tratamento Ayurv\u00e9dico (um rem\u00e9dio natural indiano) que levou a algum al\u00edvio a curto prazo. Tentou fisioterapia que consistia em TENS e ultrassons com alguns exerc\u00edcios b\u00e1sicos que n\u00e3o ajudaram. \u00c9 uma dona de casa e faz trabalho f\u00edsico para al\u00e9m de limpar e cozinhar. Foi informada pelo seu m\u00e9dico que a &#8221; artrose do joelho \u00e9 osso sobre osso&#8221; e que n\u00e3o deveria estar a sobrecarreg\u00e1-la em demasia. Ela era excessivamente protetora em rela\u00e7\u00e3o ao joelho e acreditava que iria necessitar de uma cirurgia de substitui\u00e7\u00e3o do joelho.<\/p>\n<h4><strong>Abordagem de tratamento de base<\/strong><\/h4>\n<p class=\"text\">Uma revis\u00e3o, na <a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/research-reviews\/\">Revis\u00f5es de Pesquisa da Physio Network<\/a>, ajudou-me a perceber que ela nunca recebeu as abordagens de tratamento de primeira linha para a gest\u00e3o da OA do joelho. \u00c0 luz desta revis\u00e3o, abstive-me de utilizar o mesmo m\u00e9todo de eletroterapia e exerc\u00edcios padronizados, que nos ensinam para a gest\u00e3o da OA do joelho e segui as diretrizes desta revis\u00e3o para melhor fundamentar a minha pr\u00e1tica cl\u00ednica.<\/p>\n<h4><strong>Explorar cren\u00e7as<\/strong><\/h4>\n<p class=\"text\">Uma revis\u00e3o pelo Dr. Jarod Hall, na <a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/research-reviews\/\">Revis\u00f5es de Pesquisa da Physio Network<\/a>, discute brilhantemente como acreditar que se tem &#8220;altera\u00e7\u00f5es \u00f3sseas no joelho causadas pelo desgaste, que s\u00f3 ir\u00e3o piorar com o tempo&#8221; pode levar a que os pacientes procurem cirurgia e evitem a atividade f\u00edsica. Melhorar as nossas capacidades de comunica\u00e7\u00e3o, em cl\u00ednica, \u00e9 a chave para n\u00e3o acrescentar comportamentos de preven\u00e7\u00e3o com base no medo do movimento. Esta revis\u00e3o encorajou-me a perguntar \u00e0 minha paciente sobre as suas cren\u00e7as e a educ\u00e1-la sobre a condi\u00e7\u00e3o. Ela tinha uma ideia errada de que o exerc\u00edcio n\u00e3o pode regenerar a cartilagem, uma cren\u00e7a n\u00e3o consistente com as evid\u00eancias atuais (3).<\/p>\n<h4><strong>Fazer da educa\u00e7\u00e3o dos doentes uma tradi\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h4>\n<p class=\"text\">Concentrei-me em identificar e abordar as cren\u00e7as e perce\u00e7\u00f5es da minha paciente relativamente \u00e0 sua condi\u00e7\u00e3o. Consegui explicar o diagn\u00f3stico e o progn\u00f3stico da OA do joelho, bem como discutir o efeito da atividade f\u00edsica e modificar outros fatores relacionados com o estilo de vida, como os seus h\u00e1bitos alimentares, stress e controlo de peso. Fal\u00e1mos sobre as manifesta\u00e7\u00f5es associadas e como dever\u00edamos estar a carregar progressivamente a articula\u00e7\u00e3o. Consegui alcan\u00e7ar o objetivo de informar e tranquilizar a paciente, mantendo-a respons\u00e1vel pela tomada de decis\u00e3o, no seu processo de reabilita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"aligncentre\"><a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/iStock-1146835446-scaled-e1649126668332.jpg\" class=\"js-single-image-lightbox\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.physio-network.com\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/iStock-1146835446-scaled-e1649126668332.jpg\" alt=\"image\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>O exerc\u00edcio ir\u00e1 piorar o meu joelho e a resson\u00e2ncia magn\u00e9tica?<\/strong><\/h4>\n<p class=\"text\">A paciente ficou receosa com a atividade f\u00edsica e uma das raz\u00f5es foi a sua cren\u00e7a de que o exerc\u00edcio ir\u00e1 danificar ainda mais o joelho e piorar a progress\u00e3o da OA na RM. Este \u00e9 um mito muito comum na popula\u00e7\u00e3o indiana. Embora as conclus\u00f5es da revis\u00e3o por Anthony Teoli, na <a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/research-reviews\/\">Revis\u00f5es de Pesquisa da Physio Network<\/a>, n\u00e3o possam ser generalizadas, fui capaz de abordar este medo e ter uma conversa positiva ao mesmo tempo que lhe dava confian\u00e7a, encorajamento e tranquilidade.<\/p>\n<p class=\"text\">Essa revis\u00e3o indicou que a pr\u00e1tica de atividade f\u00edsica moderada a vigorosa, est\u00e1 em conformidade com as diretrizes de atividade f\u00edsica, e que n\u00e3o est\u00e1 associada \u00e0 progress\u00e3o radiogr\u00e1fica da OA do joelho, e \u00e9 segura.<\/p>\n<p class=\"aligncentre\"><a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/iStock-1072519440-scaled-e1649126872427.jpg\" class=\"js-single-image-lightbox\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.physio-network.com\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/iStock-1072519440-scaled-e1649126872427.jpg\" alt=\"image\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>Fisioterapia n\u00e3o \u00e9 sin\u00f3nimo de terapia passiva<\/strong><\/h4>\n<p class=\"text\"><em>&#8220;\u2026mas e TENS, Ultrassom, Laser, Acupunctura?&#8221;<\/em><\/p>\n<p class=\"text\"><em>\u201cComo podem ser ineficazes quando os doentes parecem sentir-se melhor?\u201d<\/em><\/p>\n<p class=\"text\"><em>&#8220;O que diz a evid\u00eancia sobre estes tratamentos que nos foram ensinados?\u201d<\/em><\/p>\n<p class=\"text\">Estas foram algumas das quest\u00f5es que continuaram na minha cabe\u00e7a durante o processo de reabilita\u00e7\u00e3o. A revis\u00e3o por Todd Hargrove, na <a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/research-reviews\/\">Revis\u00f5es de Pesquisa da Physio Network<\/a>, lan\u00e7a alguma luz sobre uma perspetiva diferente. Afirma que a redu\u00e7\u00e3o da dor \u00e9 improv\u00e1vel devido aos efeitos fisiol\u00f3gicos diretos, mas sim ao efeito placebo, efeito total das co-terapias, hist\u00f3ria natural da OA, classificados como &#8220;efeitos contextuais&#8221; do tratamento. A utiliza\u00e7\u00e3o dessas tais terapias passivas pode reduzir a autoefic\u00e1cia e contribuir para a confus\u00e3o sobre a causa da dor no joelho. A revis\u00e3o ajudou a averiguar os meus prop\u00f3sitos e a tomar uma decis\u00e3o baseada em evid\u00eancia, alinhada com as prefer\u00eancias da minha paciente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>Exerc\u00edcio: o qu\u00ea e quanto?<\/strong><\/h4>\n<p class=\"text\">Como muitos dos meus colegas, sempre tive d\u00favidas sobre qual a melhor forma de integrar o exerc\u00edcio para gerir o OA do joelho. Quando se trata de treino de alta intensidade, e da sua capacidade de proporcionar mais al\u00edvio da dor, em compara\u00e7\u00e3o com o treino de baixa intensidade, por qual devo optar? Uma revis\u00e3o, na <a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/research-reviews\/\">Revis\u00f5es de Pesquisa da Physio Network<\/a>, concluiu que n\u00e3o h\u00e1 o exerc\u00edcio ideal para pacientes com AO do joelho, e que o tipo de exerc\u00edcio escolhido deve estar de acordo com os objetivos e prefer\u00eancias do paciente, as suas capacidades f\u00edsicas atuais, as suas limita\u00e7\u00f5es, os seus n\u00edveis de exerc\u00edcio anteriores, etc.<\/p>\n<p class=\"text\">A minha paciente tinha um marido que a encorajava a ir ao gin\u00e1sio com ele, e ela come\u00e7ou com o fortalecimento dos membros inferiores a 40% do seu 1RM e a progredir para 60% do 1RM (2\/semana durante 8 semanas). Ela foi capaz de progredir lentamente at\u00e9 150 min\/semana de treino aer\u00f3bico de intensidade moderada (bicicleta est\u00e1tica). No final de 4 semanas, come\u00e7\u00e1mos com uma atividade f\u00edsica moderada a vigorosa de cerca de 10 minutos. Encaminhei-a para uma nutricionista para abordar a sua dieta para perda de peso (IMC:26kg\/m2) e ela foi encorajada a manter o seu programa de treino (4).<\/p>\n<h4><strong>O movimento \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h4>\n<p class=\"text\">Uma revis\u00e3o, na <a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/research-reviews\/\">Revis\u00f5es de Pesquisa da Physio Network<\/a>, cont\u00e9m informa\u00e7\u00e3o sobre as guidelines Good Life with osteoArthritis in Denmark (GLA:D\u00ae) (Boa Vida com osteoartrose na Dinamarca) e ajudou a educar a paciente sobre os benef\u00edcios do exerc\u00edcio regular, criando um plano de reabilita\u00e7\u00e3o e influenciando positivamente a vida e a funcionalidade da paciente. Tendo em conta certos par\u00e2metros do programa apresentado na revis\u00e3o, consegui encontrar uma porta de entrada e capacitar a paciente para progredir gradualmente para atividades de alta intensidade, centradas no gin\u00e1sio. O programa foi flex\u00edvel e crucial para eu conseguir garantir que ela recebesse as prescri\u00e7\u00f5es de exerc\u00edcio como primeira linha de tratamento.<\/p>\n<p class=\"aligncentre\"><a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/iStock-1217149169-scaled-e1649127048208.jpg\" class=\"js-single-image-lightbox\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.physio-network.com\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/iStock-1217149169-scaled-e1649127048208.jpg\" alt=\"image\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>Pronto para tornar os joelhos grandiosos novamente?<\/strong><\/h4>\n<p class=\"text\">A mensagem chave numa revis\u00e3o, na <a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/research-reviews\/\">Revis\u00f5es de Pesquisa da Physio Network<\/a>, \u00e9 evidente! Chegou o momento de mudar a hist\u00f3ria sobre a OA do joelho. \u00c9 tempo de mudar o foco do tratamento para tratamento de primeira linha (perda de peso e autogest\u00e3o do paciente) e colocar o paciente no &#8220;lugar do condutor do seu plano de tratamento&#8221;. Chegou o momento de mudar a hist\u00f3ria sobre a OA do joelho. \u00c9 tempo de mudar o foco do tratamento para tratamento de primeira linha (perda de peso e autogest\u00e3o do paciente) e colocar o paciente no &#8220;lugar do condutor do seu plano de tratamento&#8221;. As Revis\u00f5es de Investiga\u00e7\u00e3o da Physio Network ajudaram-me imensamente a mudar a minha leitura sobre esta condi\u00e7\u00e3o e o plano de interven\u00e7\u00e3o, ajudando a recupera\u00e7\u00e3o da minha paciente e evitando a cirurgia. Perceber que a dor relacionada com a OA do joelho \u00e9 um sintoma modific\u00e1vel e relacionado com as estruturas sensibilizadas no joelho, e n\u00e3o com as estruturas danificadas, ajudou-me a melhorar a minha compreens\u00e3o sobre a condi\u00e7\u00e3o e consequentemente melhorou a ader\u00eancia da minha paciente aos exerc\u00edcios propostos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Osteoartrose (OA), uma doen\u00e7a progressiva que afeta as articula\u00e7\u00f5es e provoca dor cr\u00f3nica e incapacidade, \u00e9 o tipo mais comum de artrose, tanto em&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":43296,"featured_media":74240,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[52],"tags":[],"class_list":["post-74239","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-knee"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/74239","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/43296"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=74239"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/74239\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":74989,"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/74239\/revisions\/74989"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/74240"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=74239"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=74239"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=74239"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}