{"id":76406,"date":"2024-07-01T06:42:28","date_gmt":"2024-07-01T06:42:28","guid":{"rendered":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/blog\/"},"modified":"2024-07-01T06:42:28","modified_gmt":"2024-07-01T06:42:28","slug":"reabilitacao-de-lesao-nos-gemeos-calf-strain-rehab-da-pesquisa-a-pratica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/blog\/reabilitacao-de-lesao-nos-gemeos-calf-strain-rehab-da-pesquisa-a-pratica\/","title":{"rendered":"Reabilita\u00e7\u00e3o de Les\u00e3o nos G\u00e9meos (Calf Strain Rehab): da Pesquisa \u00e0 Pr\u00e1tica"},"content":{"rendered":"<p>J\u00e1 teve a sensa\u00e7\u00e3o de que os seus g\u00e9meos sa\u00edram do seu controlo, fazendo com que come\u00e7asse a mancar e a perguntar-se o que ter\u00e1 acontecido? Quando se trata de les\u00f5es musculares nos membros inferiores, as distens\u00f5es dos g\u00e9meos ficam habitualmente em segundo plano, quando comparadas com as les\u00f5es dos isquiotibiais e do quadr\u00edceps.<br \/>\nNo entanto, as les\u00f5es nos g\u00e9meos s\u00e3o muito comuns em diversos desportos, particularmente em corridas e desportos com bola, mas muitas vezes n\u00e3o recebem a devida aten\u00e7\u00e3o no que diz respeito \u00e0 compreens\u00e3o e tratamento. \u00c9 crucial compreender a import\u00e2ncia de uma reabilita\u00e7\u00e3o adequada para permitir que os atletas retornem com seguran\u00e7a ao desporto (e permane\u00e7am l\u00e1!). Os atletas e fisioterapeutas devem estar cientes dos sinais e sintomas de les\u00f5es nos g\u00e9meos, bem como da import\u00e2ncia de se manterem atualizados relativamente \u00e0s pesquisas para uma reabilita\u00e7\u00e3o eficaz. Ao destacar esse aspeto, muitas vezes negligenciado das les\u00f5es desportivas, podemos capacitar melhor as pessoas para a preven\u00e7\u00e3o, controlo e recupera\u00e7\u00e3o com sucesso de distens\u00f5es nos g\u00e9meos.<\/p>\n<p class=\"text\">Ent\u00e3o, prepare-se para desvendar o mist\u00e9rio, porque vamos explorar o mundo das les\u00f5es nos g\u00e9meos! Como a pesquisa ajuda a eliminar estes dolorosos contratempos? Vamos descobrir juntos! Neste blog, vou destacar como as an\u00e1lises de <a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/research-reviews\/\">Pesquisas da Physio Network<\/a> ajudaram a reabilitar o meu corredor com sucesso para que pudesse voltar ao desporto.<\/p>\n<p class=\"text\"><em>Com as nossas Revis\u00f5es de Pesquisa, ter\u00e1 acesso a resumos especializados dos artigos mais recentes e clinicamente mais relevantes para que se possa manter atualizado com facilidade e se torne mais confiante e eficaz na sua pr\u00e1tica cl\u00ednica. <a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/research-reviews\/\">Saiba mais AQUI.<\/a><\/em><\/p>\n<p class=\"aligncentre\"><a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/iStock-1166298317-scaled-e1712624188526.jpg\" class=\"js-single-image-lightbox\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.physio-network.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/iStock-1166298317-scaled-e1712624188526.jpg\" alt=\"image\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>O caso<\/h4>\n<p class=\"text\">O paciente, Sr. J.D., \u00e9 um homem de 28 anos, um corredor entusiasta que se est\u00e1 a preparar para uma maratona. Apresentou-se com queixa de dor aguda no seu g\u00e9meo direito durante uma sess\u00e3o de treino intervalado. Descreveu um in\u00edcio s\u00fabito de dor durante um sprint, acompanhado por uma sensa\u00e7\u00e3o de estalo na perna. Sem hist\u00f3rico de traumatismo direto ou les\u00f5es anteriores na perna refere, no entanto, durante o \u00faltimo m\u00eas, dor e um aumento progressivo da tens\u00e3o nos m\u00fasculos da perna ap\u00f3s a corrida. Tamb\u00e9m mencionou um aumento recente na intensidade do treino antes do incidente. H\u00e1 hist\u00f3rico de uma entorse do tornozelo direito h\u00e1 um ano, enquanto jogava basquetebol. O Sr. J.D. relatou dificuldade em suportar peso na perna afetada e expressou preocupa\u00e7\u00f5es sobre a sua capacidade de participar na pr\u00f3xima maratona. Foi realizado um historial subjetivo, detalhado, para compreender as cargas de treino, os fatores de estilo de vida e a perce\u00e7\u00e3o do paciente.<\/p>\n<p class=\"text\">Durante a avalia\u00e7\u00e3o, o Sr. J.D. apresentou sensibilidade, descolora\u00e7\u00e3o e edema na perna direita, no m\u00fasculo gastrocn\u00e9mio. A flex\u00e3o plantar ativa e a dorsiflex\u00e3o do tornozelo provocaram dor, particularmente durante a flex\u00e3o plantar com resist\u00eancia. Foi observada uma diminui\u00e7\u00e3o not\u00e1vel da for\u00e7a durante o impulso, e o Sr. J.D. coxeava durante a marcha. N\u00e3o foi detetado nenhum defeito palp\u00e1vel no g\u00e9meo da perna direita. A Amplitude de Movimento Activo (<em>Right Active Range of Motion (AROM)<\/em>) do tornozelo direito era menor em compara\u00e7\u00e3o com o esquerdo, e a Amplitude de Movimento Passivo (<em>Passive Range Of Motion (PROM)<\/em>) tamb\u00e9m estava limitada. A Resson\u00e2ncia Magn\u00e9tica (RM) n\u00e3o foi realizada, pois o paciente optou por n\u00e3o a fazer, ficando satisfeito com a avalia\u00e7\u00e3o e o diagn\u00f3stico realizados.<\/p>\n<p class=\"text\">O processo de diagn\u00f3stico foi facilitado por esta brilhante <a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/research-reviews\/\">Revis\u00e3o de Tom Goom<\/a> para a Physio Network. Dado o mecanismo da les\u00e3o e os resultados cl\u00ednicos, uma distens\u00e3o muscular na perna envolvendo o m\u00fasculo gastrocn\u00e9mio, era a principal hip\u00f3tese de diagn\u00f3stico diferencial. A rotura do tend\u00e3o de Aquiles foi descartada devido \u00e0 for\u00e7a intacta da flex\u00e3o plantar do tornozelo e ao teste de Thompson negativo. Condi\u00e7\u00f5es neurol\u00f3gicas e s\u00edndromes de aprisionamento foram igualmente afastadas. Sinais de alerta, incluindo Trombose Venosa Profunda (<em>Deep Vein Thrombosis (DVT<\/em>), condi\u00e7\u00f5es de claudica\u00e7\u00e3o ou sarcoma \u00f3sseo, foram tamb\u00e9m exclu\u00eddos.<\/p>\n<p class=\"text\">O principal instrumento de avalia\u00e7\u00e3o para monitorizar o progresso do Sr. J.D. foi a Escala Visual Anal\u00f3gica (<em>Visual Analog Scale (VAS)<\/em>) para a dor, que avalia a gravidade da dor sentida durante atividades funcionais, como andar, correr e saltar. Al\u00e9m disso, a Escala de Fun\u00e7\u00e3o de Extremidade Inferior (<em>Lower Extremity Functional Scale (LEFS)<\/em>) foi utilizada para avaliar as limita\u00e7\u00f5es funcionais do Sr. J.D. e monitorizar as altera\u00e7\u00f5es na sua capacidade de realizar atividades di\u00e1rias e tarefas relacionadas com o desporto.<\/p>\n<p class=\"text\">Para avaliar o sofrimento psicol\u00f3gico e a frustra\u00e7\u00e3o causadas pela interrup\u00e7\u00e3o repentina do seu plano de treino e do calend\u00e1rio de competi\u00e7\u00e3o, foi utilizada a escala de Tampa para a cinesiofobia. Abordar as preocupa\u00e7\u00f5es do paciente sobre o impacto da les\u00e3o no seu desempenho e objetivos de corrida foi uma abordagem crucial para manter a motiva\u00e7\u00e3o e a ades\u00e3o ao programa de reabilita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>Avalia\u00e7\u00e3o da capacidade e progn\u00f3stico<\/h4>\n<p class=\"text\">Para avaliar a capacidade de suporte de carga dos m\u00fasculos da perna, foi realizado o teste de eleva\u00e7\u00e3o do calcanhar em p\u00e9 assim que o doente conseguiu realiz\u00e1-lo (uma semana ap\u00f3s a consulta inicial). Conseguiu realizar 34 repeti\u00e7\u00f5es com boa t\u00e9cnica no lado n\u00e3o afetado e 23 repeti\u00e7\u00f5es no lado direito. Iniciou-se o plano de reabilita\u00e7\u00e3o e estimou-se um prazo de 6 a 12 semanas para o regresso \u00e0 corrida.<\/p>\n<h4>Reabilita\u00e7\u00e3o e regresso \u00e0 atividade<\/h4>\n<p class=\"text\">A Revis\u00e3o de Tom Goom define as bases para uma reabilita\u00e7\u00e3o bem-sucedida e otimizada ao descrever seis fases no processo:<\/p>\n<p class=\"text\" style=\"padding-top: 18px;\"><span style=\"text-decoration: underline;\">1- Fase inicial de carga<\/span><\/p>\n<p class=\"text\">A fase inicial de carga teve como objetivo reduzir a irrita\u00e7\u00e3o e a dor iniciais, mas sem repouso completo. Exerc\u00edcios isom\u00e9tricos foram usados dentro de uma amplitude de movimento limitado, com repeti\u00e7\u00f5es e carga reduzida. A aplica\u00e7\u00e3o de fita adesiva foi utilizada como complemento, e um auxiliar de marcha foi prescrito para evitar carga excessiva nesta fase inicial.<\/p>\n<p class=\"text\" style=\"padding-top: 18px;\"><span style=\"text-decoration: underline;\">2- Fase de fortalecimento com carga<\/span><\/p>\n<p class=\"text\">Ap\u00f3s a primeira semana, o fortalecimento foi progredindo, aumentando a amplitude do movimento, com foco principal no m\u00fasculo s\u00f3leo. A Revis\u00e3o de Tom deu confian\u00e7a ao racioc\u00ednio cl\u00ednico por tr\u00e1s da carga precoce do g\u00e9meo, estabelecendo a base para uma reabilita\u00e7\u00e3o bem-sucedida. Evitou a perda de condicionamento muscular e ajudou a combater o receio da dor. \u00c0 medida que a dor diminu\u00eda iniciou-se o treino de carga atrav\u00e9s da amplitude e dire\u00e7\u00e3o do movimento. Alguns exerc\u00edcios e varia\u00e7\u00f5es utilizados nesta fase foram: eleva\u00e7\u00e3o de calcanhar com ambas as pernas (3 s\u00e9ries de 12 repeti\u00e7\u00f5es), progredindo para eleva\u00e7\u00e3o de uma perna s\u00f3 (3 s\u00e9ries de 12 repeti\u00e7\u00f5es), agachamentos contra a parede com eleva\u00e7\u00e3o do calcanhar (3 s\u00e9ries de 20 segundos) e caminhada na ponta dos p\u00e9s (3 s\u00e9ries de 15 segundos). A progress\u00e3o destes exerc\u00edcios envolveu o aumento da carga, manipula\u00e7\u00e3o do ritmo, adapta\u00e7\u00e3o da amplitude de movimento e transi\u00e7\u00e3o para o trabalho unilateral. O paciente cumpriu com os exerc\u00edcios em casa e compareceu regularmente \u00e0s sess\u00f5es de fisioterapia, inicialmente duas vezes por semana durante a fase mais dolorosa, e tr\u00eas vezes por semana nas fases seguintes.<\/p>\n<p class=\"aligncentre\"><a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/iStock-803023396-scaled-e1712625101927.jpg\" class=\"js-single-image-lightbox\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.physio-network.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/iStock-803023396-scaled-e1712625101927.jpg\" alt=\"image\"><\/a><\/p>\n<p class=\"text\" style=\"padding-top: 18px;\"><span style=\"text-decoration: underline;\">3- Fase de pliometria<\/span><\/p>\n<p class=\"text\">Conforme descrito na Revis\u00e3o de Tom, exerc\u00edcios pliom\u00e9tricos foram adicionados ao programa na forma de saltos tipo pogo (3&#215;15 segundos, progredindo para 3 s\u00e9rie de 1min sem dor) e saltos para a frente com ambas as pernas, progredindo para saltos com uma perna s\u00f3 (3 s\u00e9ries de 8 repeti\u00e7\u00f5es). O paciente estava familiarizado com a corda de saltar, e foram realizados dois minutos de saltos sem dor.<\/p>\n<p class=\"text\" style=\"padding-top: 18px;\"><span style=\"text-decoration: underline;\">4- Fase de prepara\u00e7\u00e3o para a corrida<\/span><\/p>\n<p class=\"text\">Para preparar o paciente para as exig\u00eancias da corrida, foram adicionados exerc\u00edcios como a caminhada r\u00e1pida, escadas e lunges, sempre monitorizando os sintomas e avaliando o seu progresso. A progress\u00e3o dos exerc\u00edcios de fortalecimento continuou com o aumento de carga e a introdu\u00e7\u00e3o de treino de resist\u00eancia pesada e lenta para melhorar a resist\u00eancia e a capacidade do m\u00fasculo da perna. O programa de fortalecimento do m\u00fasculo da perna do paciente inclu\u00eda eleva\u00e7\u00f5es exc\u00eantricas de g\u00e9meos com ambas as pernas numa plataforma, com pesos (1,5x o peso corporal; 4 s\u00e9ries de 8 repeti\u00e7\u00f5es), eleva\u00e7\u00f5es de g\u00e9meos de dupla perna com transi\u00e7\u00e3o para uma perna (1,5x o peso corporal; 4 s\u00e9ries de 20 segundos de sustenta\u00e7\u00e3o), caminhada na ponta dos p\u00e9s com pesos, e exerc\u00edcios pliom\u00e9tricos mais desafiadores para desenvolver mais pot\u00eancia.<\/p>\n<p class=\"text\">A reavalia\u00e7\u00e3o da capacidade de suporte de carga da musculatura do g\u00e9meo foi realizada por meio de eleva\u00e7\u00f5es do calcanhar em p\u00e9, com uma perna s\u00f3, sem dor, usando pesos equivalentes a 0,4 vezes o peso corporal do paciente, para 3 s\u00e9ries de 10 repeti\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p class=\"text\" style=\"padding-top: 18px;\"><span style=\"text-decoration: underline;\">5- Fase de regresso \u00e0 corrida<\/span><\/p>\n<p class=\"text\">De acordo com a <a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/research-reviews\/\">Revis\u00e3o de Tom Goom<\/a>, a resposta do paciente ao treino espec\u00edfico para corrida foi observada e a exposi\u00e7\u00e3o ao treino foi implementada de acordo com a sua rea\u00e7\u00e3o. Esta fase tamb\u00e9m incluiu uma discuss\u00e3o aprofundada e educa\u00e7\u00e3o do paciente sobre todos os riscos envolvidos no regresso \u00e0 corrida demasiado cedo. O progn\u00f3stico foi dado de acordo com a gravidade da les\u00e3o, e foram definidos prazos realistas. A fase de regresso \u00e0 corrida come\u00e7ou apenas ap\u00f3s a aus\u00eancia de rea\u00e7\u00f5es adversas a qualquer uma das atividades anteriores; por exemplo, saltos com uma perna s\u00f3 sem dor e sem aumento da sensa\u00e7\u00e3o de tens\u00e3o nos m\u00fasculos da perna. Inicialmente, durante as primeiras tr\u00eas semanas, um programa de caminhada\/corrida foi implementado, reduzindo gradualmente o tempo de caminhada e eliminando-o por completo at\u00e9 \u00e0 semana dez. Assim que o paciente conseguiu correr sem dor de forma cont\u00ednua, o foco passou a ser o aumento de dist\u00e2ncia e a capacidade em introduzir treino de velocidade e corridas em declive.<\/p>\n<p class=\"text\" style=\"padding-top: 18px;\"><span style=\"text-decoration: underline;\">6- Monitoriza\u00e7\u00e3o do atleta<\/span><\/p>\n<p class=\"text\">Ao final da semana 12, o paciente recebeu alta do tratamento com um programa de fortalecimento progressivo direcionado aos membros inferiores e um programa de corrida para aumentar gradualmente a carga de treino e prevenir recorr\u00eancias. Devido \u00e0 elevada taxa de recorr\u00eancia de distens\u00f5es musculares nas pernas, recomenda-se que o paciente seja monitorizado, por pelo menos dois meses, ap\u00f3s o regresso \u00e0 atividade. O programa de corrida fornecido ao paciente inclu\u00eda a monitoriza\u00e7\u00e3o semanal da dor atrav\u00e9s da Escala Visual Anal\u00f3gica (<em>Visual Analog Scale (VAS)<\/em>) e da sensa\u00e7\u00e3o de tens\u00e3o ao final de cada semana, incluindo regras para adaptar o programa de corrida e orienta\u00e7\u00e3o para consultar o fisioterapeuta conforme a necessidade.<\/p>\n<p class=\"aligncentre\"><a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/iStock-482132933-scaled-e1712625763377.jpg\" class=\"js-single-image-lightbox\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.physio-network.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/iStock-482132933-scaled-e1712625763377.jpg\" alt=\"image\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>Preven\u00e7\u00e3o de les\u00f5es<\/h4>\n<p class=\"text\"><a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/research-reviews\/\">Esta Revis\u00e3o<\/a> do Dr. Teddy Willsey, destaca a import\u00e2ncia do mecanismo e hist\u00f3rico da les\u00e3o para os profissionais conseguirem determinar com maior precis\u00e3o, ap\u00f3s uma distens\u00e3o muscular nos g\u00e9meos, o tempo estimado de regresso \u00e0 atividade. De acordo com a revis\u00e3o, uma anamnese detalhada do paciente \u00e9 fundamental para determinar a gravidade da les\u00e3o, definir o plano de fortalecimento muscular e, consequentemente, tra\u00e7ar o programa de regresso \u00e0 corrida.<br \/>\nComo aponta Shruti Nambiar na sua <a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/research-reviews\/\">Revis\u00e3o<\/a>, apesar da pouca literatura dispon\u00edvel sobre os m\u00e9todos eficazes para prevenir recorr\u00eancias de distens\u00f5es musculares na perna, os exerc\u00edcios de fortalecimento para a musculatura da perna t\u00eam, no entanto, mostrado resultados promissores nessa \u00e1rea.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>Concluindo<\/h4>\n<p class=\"text\">No campo da reabilita\u00e7\u00e3o de distens\u00f5es musculares na perna, o sucesso n\u00e3o se resume apenas a seguir um protocolo gen\u00e9rico \u2014 trata-se de criar uma jornada personalizada, adaptada \u00e0s necessidades e objetivos individuais do paciente. Ao priorizar avalia\u00e7\u00f5es meticulosas, implementar precocemente exerc\u00edcios de fortalecimento e adotar uma abordagem progressiva focada em amplitude de movimento, for\u00e7a, controlo e pot\u00eancia, pavimentamos o caminho para um regresso firme \u00e0 atividade desportiva. \u00c9 importante recordar que n\u00e3o \u00e9 apenas sobre voltar ao treino; mas sobre permanecer apto a faz\u00ea-lo. A educa\u00e7\u00e3o do paciente, o estabelecimento de prazos realistas e o alinhamento de expetativas s\u00e3o as nossas diretrizes nesta jornada. E ao navegar por estas \u00e1guas, as ideias obtidas das <a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/research-reviews\/\">Revis\u00f5es de Pesquisa<\/a> da Physio Network t\u00eam sido minha estrela polar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>J\u00e1 teve a sensa\u00e7\u00e3o de que os seus g\u00e9meos sa\u00edram do seu controlo, fazendo com que come\u00e7asse a mancar e a perguntar-se o que ter\u00e1&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":43296,"featured_media":76437,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[956],"tags":[],"class_list":["post-76406","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-lower-leg"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/76406","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/43296"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=76406"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/76406\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":76438,"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/76406\/revisions\/76438"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/76437"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=76406"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=76406"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=76406"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}