{"id":77672,"date":"2025-07-24T15:57:01","date_gmt":"2025-07-24T15:57:01","guid":{"rendered":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/blog\/"},"modified":"2025-07-24T15:57:01","modified_gmt":"2025-07-24T15:57:01","slug":"dominar-a-instabilidade-do-ombro-o-seu-guia-de-gestao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/blog\/dominar-a-instabilidade-do-ombro-o-seu-guia-de-gestao\/","title":{"rendered":"Dominar a Instabilidade do Ombro: o seu guia de gest\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p class=\"text\">Gerir a instabilidade do ombro pode ser um verdadeiro desafio para fisioterapeutas &#8211; ningu\u00e9m quer que um paciente volte a deslocar o ombro ao regressar ao desporto. Embora n\u00e3o possamos eliminar totalmente o risco, podemos construir ombros mais fortes e resistentes, capazes de suportar impactos e exig\u00eancias desportivas. Neste blog, irei apresentar a abordagem de Hamish Macauley para a gest\u00e3o da instabilidade do ombro \u2013 se quiser uma compreens\u00e3o aprofundada de como os especialistas lidam com este problema, assista ao curso pr\u00e1tico <a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/practicals\/\">AQUI.<\/a><\/p>\n<p class=\"text\">No meu \u00faltimo blog, apresentei o <a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/practicals\/\">Curso Pr\u00e1tico<\/a> de Hamish Macauley sobre a avalia\u00e7\u00e3o da instabilidade do ombro \u2013 com essas dicas, conseguimos determinar uma linha de base da fun\u00e7\u00e3o e da irritabilidade e possivelmente identific\u00e1mos modifica\u00e7\u00f5es que melhoram o movimento (por exemplo, ativar os rotadores externos para melhorar o alcance acima da cabe\u00e7a). Ap\u00f3s esta avalia\u00e7\u00e3o, podemos ent\u00e3o iniciar uma abordagem baseada no exerc\u00edcio, que inclui:<\/p>\n<ul>\n<li>Exerc\u00edcios de for\u00e7a e estabilidade<\/li>\n<li>Treino pliom\u00e9trico, reativo e de pot\u00eancia<\/li>\n<li>Exerc\u00edcios de regresso \u00e0 pr\u00e1tica desportiva<\/li>\n<\/ul>\n<p class=\"text\">\u00c9 importante notar que existe uma enorme variabilidade na forma como os pacientes respondem ao treino, por isso precisamos de op\u00e7\u00f5es para modificar os exerc\u00edcios em tempo real. Abaixo, indico onde devemos come\u00e7ar com os pacientes e para onde eles devem progredir:<\/p>\n<p class=\"aligncentre\"><a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2025\/07\/Table-for-Shoulder-Stability-Blog.png\" class=\"js-single-image-lightbox\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2025\/07\/Table-for-Shoulder-Stability-Blog.png\" alt=\"image\"><\/a><\/p>\n<p class=\"text\">NOTA: A irritabilidade deve ser sempre tida em conta ao progredir um atleta. Uma dor ligeira durante o exerc\u00edcio pode ser aceit\u00e1vel, mas deve desaparecer maioritariamente at\u00e9 ao final do dia ou no dia seguinte, antes de se avan\u00e7ar para o n\u00edvel seguinte.<\/p>\n<h2>Exerc\u00edcios de For\u00e7a e Estabilidade<\/h2>\n<p class=\"text\">Deve ser utilizada uma combina\u00e7\u00e3o de exerc\u00edcios em cadeia cin\u00e9tica fechada (CKC &#8211; Closed Kinetic Chain), cadeia cin\u00e9tica aberta (OKC &#8211; Open Kinetic Chain) e treino isolado do manguito rotador para reconstruir a estabilidade do ombro. A sequ\u00eancia de posi\u00e7\u00f5es para o refor\u00e7o muscular \u00e9 a seguinte:<\/p>\n<ol>\n<li>Carga horizontal (ex.: remadas, posi\u00e7\u00e3o de quatro apoios)<\/li>\n<li>Carga vertical (ex.: puxada vertical, posi\u00e7\u00e3o de c\u00e3o a olhar para baixo &#8211; downward dog)<\/li>\n<li>Carga em amplitude final (ex.: posi\u00e7\u00e3o \u201c90\/90\u201d, posi\u00e7\u00f5es em \u201cY\u201d)<\/li>\n<\/ol>\n<h3 class=\"text\" style=\"padding-top: 18px;\"><span style=\"text-decoration: underline;\">Treino em Cadeia Cin\u00e9tica Fechada<\/span><\/h3>\n<p class=\"text\">Normalmente, os ombros inst\u00e1veis respondem bem aos exerc\u00edcios CKC, pois a compress\u00e3o ajuda a estabilizar a articula\u00e7\u00e3o gleno-umeral. No entanto, \u00e9 importante salientar que as posi\u00e7\u00f5es CKC n\u00e3o s\u00e3o iguais para todos os tipos de instabilidade do ombro. Por exemplo, no caso de instabilidade posterior, for\u00e7as dirigidas posteriormente sobre o ombro (como na posi\u00e7\u00e3o de prancha) podem representar um risco acrescido e podem necessitar de ser modificadas. Por outro lado, em casos de instabilidade anterior, posi\u00e7\u00f5es como a extens\u00e3o do ombro devem ser introduzidas com precau\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"text\">Na maioria dos casos, um excelente ponto de partida para o treino em cadeia cin\u00e9tica fechada (CKC) \u00e9 a posi\u00e7\u00e3o de quadr\u00fapede. Come\u00e7a-se por levantar um bra\u00e7o de cada vez, depois uma perna de cada vez, e a seguir progride-se para o exerc\u00edcio bird-dog. \u00c0 medida que o paciente evolui, pode avan\u00e7ar para movimentos de gatinhar em v\u00e1rias dire\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p class=\"text\">A intensidade do gatinhar em quadr\u00fapede pode ser aumentada ao elevar os joelhos, o que adiciona uma carga substancial aos membros superiores. De seguida, o paciente pode progredir para posi\u00e7\u00f5es em amplitude final, como a posi\u00e7\u00e3o de pike (V invertido) e o crab walk. Note que as transi\u00e7\u00f5es entre posturas s\u00e3o geralmente mais exigentes para o ombro, como demonstrado por Hamish no v\u00eddeo do seu <a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/practicals\/\">Curso Pr\u00e1tico:<\/a><\/p>\n<div class=\"video-container\"><iframe src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/-HvyZGuJuRE?si=QZS2Wy2aVOT0JU38\" width=\"853\" height=\"480\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/div>\n<p class=\"aligncentre\" style=\"text-align: center;\"><em>Clique em configura\u00e7\u00f5es &#8220;legendas&#8221; Portugu\u00eas para assistir com legendas em portugu\u00eas.<\/em><\/p>\n<p class=\"text\">O treino em cadeia cin\u00e9tica fechada (CKC) pode tamb\u00e9m ser progredido atrav\u00e9s da aplica\u00e7\u00e3o de perturba\u00e7\u00f5es pelo terapeuta. Este est\u00edmulo \u00fanico come\u00e7a a treinar o ombro para reagir a cargas r\u00e1pidas e inesperadas, preparando-o para as exig\u00eancias do ambiente desportivo.<\/p>\n<h3 class=\"text\" style=\"padding-top: 18px;\"><span style=\"text-decoration: underline;\">Treino em Cadeia Cin\u00e9tica Aberta (OKC)<\/span><\/h3>\n<p class=\"text\">Estes exerc\u00edcios s\u00e3o excelentes para promover a ativa\u00e7\u00e3o do manguito rotador, estabilizar o ombro em amplitudes finais e favorecer o movimento saud\u00e1vel da omoplata.<\/p>\n<p class=\"text\">De uma forma geral, \u00e9 \u00fatil come\u00e7ar com exerc\u00edcios de empurrar e puxar na horizontal (ex.: remadas e press de peito). Depois, podemos evoluir para exerc\u00edcios de empurrar e puxar na vertical, como puxadas para as dorsais e press acima da cabe\u00e7a. Nota: Ao realizar a maioria destes exerc\u00edcios OKC (com exce\u00e7\u00e3o do supino), \u00e9 importante permitir o movimento da omoplata \u2014 ou seja, n\u00e3o devemos manter a retra\u00e7\u00e3o escapular durante todo o exerc\u00edcio. As omoplatas devem deslizar sobre a caixa tor\u00e1cica, e \u00e9 essencial treinar a estabilidade nas amplitudes finais de movimento para replicar as exig\u00eancias do desporto. \u00c0 medida que o paciente domina estes movimentos b\u00e1sicos, pode progredir para padr\u00f5es de movimento que envolvem toda a cadeia cin\u00e9tica em coordena\u00e7\u00e3o com o ombro. Os exemplos incluem agachamento com remada, press acima da cabe\u00e7a em p\u00e9\u2014 como demonstrado por Hamish no excerto do <a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/practicals\/\">Curso Pr\u00e1tico:<\/a><\/p>\n<div class=\"video-container\"><iframe src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/vCXpfriV6VE?si=nH2x65UE3WFwpF5y\" width=\"853\" height=\"480\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/div>\n<p class=\"aligncentre\" style=\"text-align: center;\"><em>Clique em configura\u00e7\u00f5es &#8220;legendas&#8221; Portugu\u00eas para assistir com legendas em portugu\u00eas.<\/em><\/p>\n<h3 class=\"text\" style=\"padding-top: 18px;\"><span style=\"text-decoration: underline;\">Treino Isolado do Manguito Rotador<\/span><\/h3>\n<p class=\"text\">O manguito rotador est\u00e1 ativo em todos os movimentos do ombro. Durante movimentos de empurrar (pressing), os rotadores externos s\u00e3o os principais respons\u00e1veis pela estabiliza\u00e7\u00e3o. J\u00e1 nos movimentos de puxar, os rotadores internos assumem esse papel predominante. Em movimentos como a eleva\u00e7\u00e3o diagonal e a abdu\u00e7\u00e3o, todos os m\u00fasculos do manguito rotador devem estar envolvidos. Hamish relembra-nos que pode n\u00e3o ser necess\u00e1rio recorrer a um grande volume de exerc\u00edcios isolados para o manguito rotador, uma vez que os exerc\u00edcios em cadeia cin\u00e9tica aberta (OKC) e fechada (CKC) j\u00e1 promovem um treino eficaz desta estrutura. No entanto, se o paciente continuar a apresentar d\u00e9fices significativos de for\u00e7a, o treino isolado do manguito rotador pode ser uma ferramenta \u00fatil e complementar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Treino Pliom\u00e9trico, Reativo e de Pot\u00eancia<\/h2>\n<h3 class=\"text\" style=\"padding-top: 18px;\"><span style=\"text-decoration: underline;\">Treino Pliom\u00e9trico e Reativo<\/span><\/h3>\n<p class=\"text\">Quando o paciente j\u00e1 tolera exerc\u00edcios de for\u00e7a com amplitude total de movimento, podemos come\u00e7ar a introduzir o treino pliom\u00e9trico e reativo. Inicia-se com posi\u00e7\u00f5es seguras, como lan\u00e7amentos de bola por baixo contra a parede. Depois, progride-se para lan\u00e7amentos de bola com os bra\u00e7os em flex\u00e3o, seguidos de lan\u00e7amentos acima da cabe\u00e7a e na posi\u00e7\u00e3o \u201c90\/90\u201d. Nesta fase, o objetivo n\u00e3o \u00e9 desenvolver pot\u00eancia, mas sim treinar a capacidade do ombro de reagir a cargas r\u00e1pidas e inesperadas.<\/p>\n<p class=\"text\">Al\u00e9m disso, \u00e9 importante treinar o manguito rotador posterior com exerc\u00edcios de soltar e agarrar a bola. O paciente pode come\u00e7ar na posi\u00e7\u00e3o de flex\u00e3o a 90 graus em p\u00e9 e progredir para a posi\u00e7\u00e3o \u201c90\/90\u201d em dec\u00fabito ventral.<\/p>\n<p class=\"text\">O treino pliom\u00e9trico termina com exerc\u00edcios focados na redu\u00e7\u00e3o de for\u00e7a, que s\u00e3o normalmente realizados ap\u00f3s o desenvolvimento de uma base de for\u00e7a e produ\u00e7\u00e3o de for\u00e7a (pot\u00eancia). Estes incluem exerc\u00edcios como cair para uma posi\u00e7\u00e3o de flex\u00e3o e exerc\u00edcios de aterragem e rolamento. Veja este v\u00eddeo retirado do <a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/practicals\/\">Curso Pr\u00e1tico<\/a> do Hamish, onde ele demonstra progress\u00f5es para exerc\u00edcios de controlo exc\u00eantrico:<\/p>\n<div class=\"video-container\"><iframe src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/QWICH3S27ds?si=IZOxVWc-UNZSXvK5\" width=\"853\" height=\"480\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/div>\n<p class=\"aligncentre\" style=\"text-align: center;\"><em>Clique em configura\u00e7\u00f5es &#8220;legendas&#8221; Portugu\u00eas para assistir com legendas em portugu\u00eas.<\/em><\/p>\n<h3 class=\"text\" style=\"padding-top: 18px;\"><span style=\"text-decoration: underline;\">Treino de pot\u00eancia<\/span><\/h3>\n<p class=\"text\">Isto pode come\u00e7ar com exerc\u00edcios em cadeia cin\u00e9tica aberta (OKC) realizados a alta velocidade, como os landmine presses. Podemos tamb\u00e9m adicionar lan\u00e7amentos com bola medicinal, primeiro no plano sagital, depois lan\u00e7amentos para cada lado. Outros exerc\u00edcios de treino de pot\u00eancia incluem padr\u00f5es de empurrar que evoluem a partir de exerc\u00edcios anteriores (por exemplo, o press acima da cabe\u00e7a em p\u00e9 &#8211; standing press).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Exerc\u00edcios de regresso \u00e0 pr\u00e1tica desportiva<\/h2>\n<p class=\"text\">Em termos de prepara\u00e7\u00e3o para o regresso \u00e0 pr\u00e1tica desportiva, \u00e9 necess\u00e1rio testar os ombros para avaliar a sua condi\u00e7\u00e3o f\u00edsica e simetria. Estes testes, como a avalia\u00e7\u00e3o manual da for\u00e7a com dinam\u00f3metro e o teste de equil\u00edbrio em Y (Y-Balance test), s\u00e3o abordados em detalhe no <a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/practicals\/\">Curso Pr\u00e1tico<\/a> de avalia\u00e7\u00e3o do Hamish.<\/p>\n<p class=\"text\">Os exerc\u00edcios de regresso ao desporto acrescentam ainda exig\u00eancias reativas e exp\u00f5em o ombro aos padr\u00f5es de movimento espec\u00edficos da modalidade. Outros exemplos destes exerc\u00edcios incluem exerc\u00edcios de controlo com a palma da m\u00e3o e de placagem (por exemplo, no r\u00e2guebi). Nesta fase da reabilita\u00e7\u00e3o, existe uma grande variabilidade no treino, pois as exig\u00eancias espec\u00edficas de cada desporto determinam os exerc\u00edcios de que o atleta necessita.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Conclus\u00e3o<\/h3>\n<p class=\"text\">A gest\u00e3o especializada da instabilidade do ombro inclui o treino da for\u00e7a, da capacidade pliom\u00e9trica e dos movimentos espec\u00edficos da modalidade, de v\u00e1rias formas relevantes para as necessidades do paciente. Al\u00e9m disso, \u00e9 importante ter em conta as vari\u00e1veis de progress\u00e3o, pois estas desempenham um papel fundamental em continuar a desafiar os pacientes sem causar irrita\u00e7\u00e3o no ombro.<\/p>\n<p class=\"text\">Para uma explica\u00e7\u00e3o completa e especializada sobre como dominar a gest\u00e3o da instabilidade do ombro em atleta <a href=\"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/practicals\/\">AQUI.<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Gerir a instabilidade do ombro pode ser um verdadeiro desafio para fisioterapeutas &#8211; ningu\u00e9m quer que um paciente volte a deslocar o ombro ao regressar&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":50669,"featured_media":77677,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[54],"tags":[],"class_list":["post-77672","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-shoulder"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/77672","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/50669"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=77672"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/77672\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":77678,"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/77672\/revisions\/77678"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/77677"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=77672"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=77672"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.physio-network.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=77672"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}