Efeito da amplitude de movimento variada de dorsiflexão na biomecânica de contacto ao solo (aterrissagem) na instabilidade crónica do tornozelo

Revisão realizada por Dr Chris Bleakley info

PONTOS CHAVE

  1. Cerca de metade dos utentes com instabilidade crónica do tornozelo apresentam dorsiflexão (DF) hipo ou hipermóvel do tornozelo.
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INTRODUÇÃO E OBJETIVOS

A instabilidade crónica do tornozelo (Chronic ankle instability - CAI, sigla em inglês) é caracterizada por dor, sensação de instabilidade e lesões recorrentes. Sua etiologia é complexa e pode ser decorrente de fatores mecânicos, sensório-motores e psicossociais. Trabalhos anteriores de Han et al. (1) descobriram que os participantes com CAI apresentavam uma série de falhas de movimento ao realizar tarefas desportivas, o que poderia predispor a lesões recorrentes e problemas de saúde articular a longo prazo. Uma teoria lógica, mas não testada anteriormente, é que alguns dos padrões de movimento observados na CAI são devidos à mecânica articular alterada, particularmente ao movimento restrito do plano sagital na articulação do tornozelo.

No presente estudo, Han et al registaram a biomecânica da aterrissagem numa amostra de participantes ativos com CAI. Eles levantaram a hipótese de que o desempenho da tarefa variaria com base na amplitude de movimento de dorsiflexão estática (DFROM – dorsiflexion range of movement, sigla em inglês).

A etiologia da instabilidade crônica do tornozelo é complexa e pode ser devida a fatores mecânicos, sensório-motores e psicossociais.
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O restabelecimento da amplitude de movimento da dorsiflexão otimiza os graus de liberdade disponíveis durante as tarefas de aterrissagem, reduz as forças articulares e cria mais estabilidade.

MÉTODOS

  • Este foi um estudo transversal realizado em laboratório.
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