Como modular a flexão nórdica dos isquiotibiais – passo a passo para progressão gradual em um atleta de alto desempenho

Revisão realizada por Adam Johnson info

PONTOS CHAVE

  1. Mudança na posição de desempenho ou carga adicional pode ter um impacto significativo tanto na atividade muscular de pico quanto no ângulo do momento de pico.
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INTRODUÇÃO E OBJETIVOS

A flexão nórdica, ou Nordic Hamstring Exercise (NHE), é aceito pela literatura como um exercício capaz de prevenir lesões nos isquiotibiais no desporto de elite. Mesmo que haja debate sobre como ou por que o exercício é tão eficaz, a literatura nos traz suporte suficiente sobre sua eficácia ao incluir o movimento em um programa de reabilitação (1).

Entretanto, há uma relutância entre os atletas em completar o exercício devido à dor induzida após o movimento, que pode ser percebida como limitando o desempenho subsequente. Um estudo anterior destacou quão poucos times de futebol de elite implementam o protocolo original completo do NHE (2). Outro reconhecimento mais recente na literatura é que o número de repetições pode não ser o principal fator de adaptação, mas sim o nível de estímulo fornecido (3).

Este artigo procurou entender a influência de diferentes posições de desempenho e carga adicional sobre o momento de pico e atividade muscular de pico em um cenário de estudo de caso.

A flexão nórdica é comumente aceita pela literatura como um exercício capaz de prevenir lesões nos isquiotibiais no desporto de elite.
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Quando a Flexão Nórdica dos Isquiotibiais for realizado em flexão profunda da anca (comparado ao movimento NHE padrão), houve uma queda de 75% no pico de atividade do Bíceps Femoral.

MÉTODOS

  • Os autores estudaram um atleta de salto em distância com grande experiência em realizar o NHE. Ao longo de três sessões de teste, foram analisadas 20 variações de NHE (veja o vídeo abaixo) com repetições únicas até que três repetições
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