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- Edição 49
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Forças musculares dos adutores do quadril durante exercícios de fortalecimento e de reabilitação
PONTOS CHAVE
- O Exercício de Adução de Copenhaga (Copenhagen Adduction Exercise) revelou ser o estímulo mais eficaz para a ativação dos adutores e para o isolamento da força muscular destes músculos.
INTRODUÇÃO E OBJETIVOS
Os adutores do quadril são fundamentais para o desempenho desportivo. Este complexo grupo muscular contribui para o controlo pélvico durante o apoio unipodal e ajuda a gerar forças propulsivas durante movimentos de orientação lateral, vertical e horizontal (1,2). Os padrões de ativação e o papel biomecânico dos adutores do quadril alteram-se em função da posição da pelve e do fémur (3). A seleção de exercícios e a correspondência dinâmica para o treino dos adutores do quadril são habitualmente multifatoriais e devem ser específicas para o indivíduo e para as exigências da sua modalidade desportiva.
A dor inguinal relacionada com os adutores e as lesões nesta região constituem uma causa importante de afastamento da prática desportiva em modalidades como o futebol, o hóquei no gelo e o futebol americano (4). Os autores procuraram analisar as forças individuais dos músculos adutores do quadril em exercícios comuns, classificar os movimentos de acordo com as forças musculares máximas produzidas e estratificar os exercícios em três categorias com base na magnitude da força muscular. Um objetivo secundário consistiu em caracterizar os comprimentos das fibras musculares dos adutores do quadril, as velocidades de contração e os intervalos de ativação subjacentes às forças musculares estimadas.
Existem muitos outros métodos eficazes para sobrecarregar os adutores, incluindo o CAE com alavanca curta (CAE-short) e o afundo lateral deslizante (sliding lateral lunge); no entanto, o CAE com alavanca longa (CAE-long) continua a ser o exercício mais eficaz para os adutores.
MÉTODOS / O QUE FOI FEITO
- Foram recrutados 15 indivíduos sem lesões (nove homens e seis mulheres), com experiência desportiva e pelo menos seis meses de treino de força recente, provenientes de uma população universitária, de estudantes e de frequentadores de ginásios da comunidade.