Lesões labrais e Condrais são comorbidades comuns identificadas durante a reparação endoscópica nos tendões glúteos na síndrome da dor trocantérica maior: uma revisão sistemática

Revisão realizada por Dr Alison Grimaldi info

PONTOS CHAVE

  1. Cerca de 94% dos utentes submetidos a tratamento endoscópico para a síndrome da dor trocantérica maior (GTPS) refratária possuem lesões nos tendões dos glúteos médio e/ou mínimo.
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INTRODUÇÃO E OBJETIVOS

A dor trocantérica maior é comum, com uma prevalência relatada na população geral variando de 10% a 25% (1,2). Tradicionalmente, o diagnóstico de "bursite trocantérica" era utilizada para dor na anca lateral, mas ficou evidente que a tendinopatia glútea era a principal patologia de tecidos moles associada à dor trocantérica (3). O termo Síndrome da Dor Trocantérica Maior (GTPS) é frequentemente utilizado como um termo geral para a dor trocantérica associada a patologias locais de tecidos moles.

Utentes com GTPS recalcitrante que não progridem adequadamente com cuidados não cirúrgicos podem ser considerados para intervenção cirúrgica. Essa subpopulação provavelmente apresenta patologia de tecidos moles mais avançada e patologia intra-articular acompanhante.

Portanto, este estudo teve como objetivo rever sistematicamente a literatura sobre achados intraoperatórios durante o tratamento endoscópico para GTPS.

A dor trocantérica maior é comum, com uma prevalência relatada na população geral variando de 10% a 25%.
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A presença da doença (identificada por imagem ou durante procedimento cirúrgico) não indica a fonte da nocicepção.

MÉTODOS

Foi realizada uma revisão sistemática de estudos que relataram achados intraoperatórios após cirurgia endoscópica para o tratamento da GTPS. O protocolo seguiu as diretrizes do Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses (PRISMA).

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