O sinal da asa quebrada: um novo teste clínico para detetar patologia do glúteo médio com e sem infiltração adiposa

Revisão realizada por Dr Sandy Hilton info

PONTOS CHAVE

  1. O sinal da asa quebrada demonstrou elevada precisão diagnóstica.
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INTRODUÇÃO E OBJETIVOS

A dor lateral do quadril após artroplastia total e fraturas do quadril deve-se frequentemente a disfunção do tendão do glúteo médio, incluindo roturas e atrofia muscular (1). Atualmente, a ressonância magnética (RM) é o padrão-ouro para a avaliação de roturas e infiltração adiposa, mas o acesso e o custo limitam a sua utilização (2).

Os autores deste artigo propuseram um novo teste clínico musculoesquelético para a deteção precoce da insuficiência dos abdutores. Em particular, procuraram um teste que se correlacionasse com os achados da ressonância magnética numa posição sem carga. Os autores discutem as limitações do sinal de Trendelenburg e do teste de abdução resistida do quadril, propondo o “sinal da asa quebrada” como um novo método clínico para identificar roturas do glúteo médio e estimar o grau de atrofia muscular.

Assim, este estudo teve como objetivo estabelecer a precisão diagnóstica e a utilidade clínica do sinal da asa quebrada.

Atualmente, a ressonância magnética é o padrão-ouro para a avaliação de roturas do tendão do glúteo médio e da infiltração adiposa, mas o acesso e o custo limitam a sua utilização.
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Trata-se de um bom teste a utilizar na clínica em doentes com défice de equilíbrio, que utilizem dispositivos de auxílio ou que apresentem dor em ortostatismo, situações que tornam o teste de Trendelenburg inviável.

MÉTODOS

  • Tratou-se de um estudo prospetivo com 59 doentes referenciados para uma clínica de especialidade por suspeita de insuficiência dos abdutores do quadril (75 quadris). Foram realizados exames de ressonância magnética clínica em cada quadril incluída no estudo.
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