Reabilitação pós-operatória no tratamento da síndrome do impacto femoroacetabular: uma revisão contemporânea

Revisão realizada por Dr Michael Reiman info

PONTOS CHAVE

  1. Não existe um protocolo de fisioterapia pós-operatória estabelecido por unanimidade para Síndrome do Impacto Femoroacetabular (IFA – sigla em inglês).
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INTRODUÇÃO E OBJETIVOS

A síndrome do impacto femoroacetabular (IFA – sigla em inglês) é cada vez mais descrita e atribuída a diversas dores no anca. A descrição inicial do IFA foi atribuída a Ganz et al em 2001. É descrito como um contacto patológico entre o fêmur e o acetábulo devido à incongruência entre o formato do fêmur proximal e o acetábulo (1,2).

O crescimento da intervenção cirúrgica para a síndrome IFA tem sido exponencial, apesar da ausência de evidências sólidas que a escolha da cirurgia é biologicamente plausível (3). Pesquisas anteriores demonstraram reprodutibilidade limitada dos protocolos pós-operatórios em estudos publicados atualmente, incluindo diretrizes simples para progressão (4). Alguns artigos forneceram alguns parâmetros gerais para protocolos pós-operatórios. Ainda assim, segundo os autores deste estudo, “neste momento, não existe um protocolo de fisioterapia pós-operatório único e unanimemente acordado”.

O objetivo deste estudo foi rever a literatura atual e fornecer um plano de reabilitação em quatro fases com sugestões específicas sobre exercícios, técnicas, progressões, retorno ao desporto e assim por diante.

A síndrome do impacto femoroacetabular é descrita como um contacto patológico entre o fêmur e o acetábulo devido à incongruência entre a forma do fêmur proximal e o acetábulo.
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Este artigo sugere que há uma oportunidade para os fisioterapeutas se reunirem com cirurgiões de artroscopia de anca para discutir a tomada de decisões sobre protocolos.

MÉTODOS

  • O artigo é descrito como uma revisão contemporânea; essencialmente, é uma revisão narrativa – uma síntese não estruturada das evidências atuais e da interpretação dos autores. Estas revisões têm vantagens: a falta de estrutura permite uma representação mais heterogénea da
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