Previsão de lesão secundária do ligamento cruzado anterior (LCA) em atletas do sexo feminino utilizando medições bidimensionais (2D) baseadas em vídeo obtidas durante tarefas dinâmicas: um estudo retrospetivo do tipo caso-controlo

Revisão realizada por Dr Travis Pollen info

PONTOS CHAVE

  1. Durante os testes de regresso à prática desportiva após reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA), existem poucas medidas clínicas válidas da qualidade do movimento.
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INTRODUÇÃO E OBJETIVOS

Em modalidades desportivas de alto risco, cerca de 25% dos atletas que regressam à prática desportiva (RTS) após reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA) sofrem uma segunda lesão do LCA, quer no mesmo membro quer no membro contralateral (1). Um dos potenciais fatores que contribuem para esta elevada taxa de recorrência de lesão é a inadequação dos testes de RTS.

Os protocolos de teste atuais normalmente avaliam a força e o desempenho durante tarefas dinâmicas (por exemplo, saltos, aterragem e mudanças de direção), mas desconsideram a qualidade do movimento (por exemplo, valgo do joelho, inclinação pélvica e inclinação do tronco). Quando a qualidade do movimento tem sido avaliada, frequentemente é realizada em laboratórios biomecânicos 3D, com equipamentos que não estão acessíveis à maioria dos clínicos. Uma abordagem mais viável clinicamente é a análise de vídeo 2D.

Este estudo investigou a capacidade das medições de tarefas dinâmicas obtidas por vídeo 2D para prever lesões secundárias do LCA em atletas do sexo feminino.

Em modalidades desportivas de alto risco, cerca de 25% dos atletas que regressam à prática desportiva após uma reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA) sofrem uma segunda lesão do LCA.
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Este achado apoia a exploração do treino com predominância do quadril – assim como de outras estratégias de movimento que reduzem o risco, investigadas no estudo – para a prevenção de lesões secundárias do LCA.

MÉTODOS

Foram incluídas 80 atletas do sexo feminino (idade mediana = 17 anos; intervalo = 11–26 anos) com história de reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA) e que praticavam desportos de alto risco, num estudo retrospetivo caso–controlo. Das 80 atletas, 23

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