Propriedades de medição para testes de força muscular após lesão do ligamento cruzado anterior e/ou menisco: Uma revisão sistemática com meta-análises para o consenso OPTIKNEE

Revisão realizada por Dr Travis Pollen info

PONTOS CHAVE

  1. O objetivo desta revisão sistemática foi resumir as propriedades de medição dos testes de força do joelho após lesões do LCA e/ou menisco.
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INTRODUÇÃO E OBJETIVOS

Após lesões do ligamento cruzado anterior (LCA) e menisco, a fraqueza dos extensores e flexores do joelho é comum e pode afetar a funcionalidade dos utentes (1,2). Uma variedade de testes é utilizada como forma de avaliar a força do joelho, incluindo dinamometria isocinética (padrão-ouro), dinamometria isométrica (por exemplo, dinamometria portátil [HHD]) e teste isotônico (utilizando aparelhos de musculação). No entanto, falta consenso sobre as propriedades de medição desses testes, o que ameaça sua utilidade clínica.

O objetivo desta revisão sistemática foi resumir a confiabilidade e a validade dos testes de força do joelho após lesões do LCA e/ou menisco.

A fraqueza dos extensores e flexores do joelho é comum após lesões do ligamento cruzado anterior (LCA) e menisco, e pode afetar a funcionalidade dos utentes.
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Os autores sugerem o uso de testes isotônicos (por exemplo, utilizar uma extensão de perna ou máquina de flexão de perna) ao invés de dinamometria isométrica (por exemplo, dinamometria manual) para medir a força de flexão e extensão do joelho.

MÉTODOS

Os autores pesquisaram vários bancos de dados eletrônicos em busca de estudos que investigassem a confiabilidade e validade dos testes de extensão ou flexão do joelho. Os estudos foram incluídos se fossem conduzidos em indivíduos com idade média ≤ 30

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