O menor efeito significativo na intensidade da dor de medicamentos anti-inflamatórios não esteroides e a terapia de exercícios para dor lombar aguda e crônica: um estudo de balanço entre benefícios e riscos

Revisão realizada por Todd Hargrove info

PONTOS CHAVE

  1. Pacientes com dor lombar crónica estão dispostos a investir no esforço de realizar exercícios individualizados, uma vez que percebam uma melhoria significativa (20%) na intensidade da dor comparada aos que não realizam qualquer tipo de tratamento.
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INTRODUÇÃO E OBJETIVOS

As diretrizes de prática clínica para dor lombar (lombalgia) geralmente recomendam exercícios e antiinflamatórios não esteróides (AINEs). Revisões sistemáticas mostram que ambas as intervenções proporcionam pequenas reduções na intensidade da dor quando comparadas ao placebo ou nenhuma intervenção. Não está claro se os pacientes com lombalgia acreditam que esses benefícios superam os custos, riscos e/ou inconvenientes associados ao tratamento.

Este estudo teve como objetivo esclarecer esta questão, a fim de determinar o quão efizaz um tratamento necessita de ser em termos de redução da dor, para que os pacientes com lombalgia o considerem valioso, a levar em consideração os custos percebidos de seguir esse tratamento.

As diretrizes de prática clínica para dor lombar geralmente recomendam exercícios e medicamentos antiinflamatórios não esteróides.
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O benefício mínimo válido para o exercício foi uma redução de 20% na dor além da história natural, e uma redução de 30% para os AINEs.

MÉTODOS

O estudo utilizou o método de benefício-dano para estimar o menor efeito significativo dos AINEs e do exercício individualizado para o tratamento da lombalgia. Recrutou 116 pessoas com lombalgia aguda e 230 pessoas com lombalgia crónica e pediu-lhes que respondessem

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