Terapia Manipulativa da Coluna Vertebral para dor lombar inespecífica: direcionar um nível vertebral específico faz diferença? Uma revisão sistemática com meta-análise

Revisão realizada por Dr Sandy Hilton info

PONTOS CHAVE

  1. A Terapia Manipulativa da Coluna Vertebral (SMT, sigla em inglês) é comumente utilizada para o tratamento de dores lombares inespecíficas.
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INTRODUÇÃO E OBJETIVOS

A Terapia Manipulativa da coluna vertebral (SMT, na sigla em inglês) é amplamente utilizada em todo o mundo por especialistas em sistemas musculoesqueléticos, incluindo fisioterapeutas, osteopatas e quiropráticos (1). Diretrizes de prática clínica recomendam a SMT para o tratamento de dores lombares não específicas, conforme um artigo de 2021 de George et al. sobre intervenções para dores lombares agudas e crónicas (2). O objetivo da SMT é aliviar a dor, melhorar a função e a qualidade de vida. Técnicas de manipulação articular que envolvem cavitação da articulação e mobilização articular são fundamentadas na teoria de melhorar a mobilidade segmentar para aliviar a dor.

A aplicação clínica da SMT envolve identificar um segmento disfuncional (ou segmentos) e aplicar manipulação/mobilização direcionada para restaurar a mobilidade segmentar normal. No entanto, essa prática clínica não possui evidência no que diz respeito à necessidade de direcionar um nível espinhal específico para alcançar o objetivo de aumentar a mobilidade e reduzir a dor. Uma revisão sistemática de 2021 realizada por Nim et al. constatou que a eficácia da SMT não dependia do segmento que foi mobilizado/manipulado (3). O estudo de Nim apresentou limitações relacionadas à heterogeneidade, falta de meta-análise e inclusão apenas de técnicas de manipulação.

Os autores deste artigo tinham como objetivo atualizar a evidência com uma análise quantitativa das diferenças entre a SMT direcionada e não direcionada em utentes com dores lombares não específicas.

As diretrizes de prática clínica recomendam a terapia de manipulação espinhal para o tratamento de dores lombares não específicas, conforme um artigo de 2021 para dores lombares agudas e crónicas.
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É importante que o clínico trabalhe com o utente à sua frente e decidam juntos o que é melhor ou resulta no maior benefício funcional para aquele indivíduo.

MÉTODOS

  • Uma revisão sistemática registrada no PROSPERO e relatada de acordo com a metodologia PRISMA.
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