ACTIVATE: avaliação, prescrição e promoção da atividade física na prática clínica por profissionais de saúde – um estudo de consenso iniciado pela International Federation of Sports Physical Therapy

Revisão realizada por Dr Mariana Wingood info

PONTOS CHAVE

  1. A avaliação da atividade física deve fazer parte dos cuidados de rotina de todos os doentes, incluindo a sua documentação e avaliação face às recomendações da OMS, tanto para atividade aeróbia como para exercícios de fortalecimento muscular.
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INTRODUÇÃO E OBJETIVOS

A prevalência e as consequências da insuficiente atividade física (AF), definida como o não cumprimento das recomendações globais de AF (isto é, 150 minutos semanais de atividade aeróbia e duas sessões semanais de treino de força, sendo ainda recomendadas, nos adultos mais velhos, atividades semanais de equilíbrio), aumentam com a idade.

Entre os indivíduos com 65 ou mais anos nos Estados Unidos, apenas 9% cumprem os níveis recomendados de atividade física, o que resulta numa diminuição da resistência funcional, da força e do equilíbrio, conduzindo, em última análise, a quedas e fragilidade (1). Além disso, o aumento da atividade física de intensidade moderada a vigorosa em 10, 20 ou 30 minutos diários está associado a uma redução de 6,9%, 13,0% e 16,9%, respetivamente, no número de mortes por ano (1). Isto significa que a adição de 10 minutos diários de atividade física resulta numa estimativa de 111.174 mortes evitáveis por ano (1).

Assim, recomenda-se que todos os profissionais de saúde avaliem e abordem a insuficiente atividade física. No entanto, existe orientação limitada sobre a forma como os profissionais de saúde devem avaliar, prescrever e promover a atividade física. O objetivo deste estudo foi desenvolver recomendações de consenso sobre como os profissionais de saúde devem avaliar, prescrever e promover a atividade física no contexto da prática clínica com doentes.

Entre os indivíduos com 65 ou mais anos nos Estados Unidos, apenas 9% cumprem os níveis recomendados de atividade física, o que resulta numa diminuição da resistência funcional, da força e do equilíbrio, conduzindo, em última instância, a quedas e fragilidade.
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As técnicas de mudança comportamental constituem componentes observáveis, replicáveis e ativos em intervenções concebidas para alterar comportamentos, tais como a definição de objetivos, a automonitorização e a reestruturação do ambiente.

MÉTODOS

Etapas do consenso concluídas:

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