Efeito do treino de força nos parâmetros da marcha em idosos - uma revisão sistemática com meta-análise multinível e meta-regressão

Revisão realizada por Dr Mariana Wingood info

PONTOS CHAVE

  1. Entre os adultos com 65 ou mais anos, a velocidade da marcha é um preditor importante de morbilidade e mortalidade.
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INTRODUÇÃO E OBJETIVOS

Cerca de 50% dos americanos apresentam uma velocidade de marcha lenta (menos de 0,8 m/s), um dos mais fortes preditores de morbilidade e mortalidade (1). A fraqueza dos membros inferiores, particularmente a potência muscular, tem sido associada ao declínio da velocidade da marcha (2). Deste modo, faria sentido clínico que o treino de força resultasse num aumento da velocidade da marcha. No entanto, a literatura atual carece de análises de moderadores de elevada qualidade que orientem, com base em evidência, os clínicos para a melhor prática de tratamento.

O objetivo deste estudo foi resumir a evidência de elevada qualidade sobre o efeito do treino de força na marcha e noutras medidas funcionais em idosos, bem como comparar criticamente o treino de força com outras intervenções, de modo a clarificar o seu impacto único face à atividade física geral nos resultados da marcha.

Cerca de 50% dos americanos apresentam uma velocidade de marcha lenta (menos de 0,8 m/s), um dos mais fortes preditores de morbilidade e mortalidade.
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Os maiores efeitos positivos na marcha foram obtidos com exercícios de flexão plantar do tornozelo, abdução do quadril e exercícios multiarticulares de leg press.

MÉTODOS

Desenho: Revisão Sistemática e Meta-Análise

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