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Ferramentas de deteção de fragilidade na reabilitação geriátrica: uma revisão sistemática
PONTOS CHAVE
- A fragilidade aumenta significativamente a vulnerabilidade dos idosos a desfechos de saúde adversos, como quedas, fraturas, incapacidade e demência, existindo mais de 40 ferramentas de avaliação de fragilidade validadas nesta população.
INTRODUÇÃO E OBJETIVOS
A fragilidade, definida como um declínio da reserva fisiológica que aumenta a vulnerabilidade do indivíduo a fatores de stress, está associada a inúmeras consequências negativas para a saúde, incluindo quedas, fraturas, incapacidade e demência. Assim, torna-se essencial identificar o nível de fragilidade do adulto mais velho. De acordo com Faller et al. (2019), existem cerca de 50 instrumentos adicionais de avaliação da fragilidade, dos quais 40 se encontram validados para utilização em idosos que vivem na comunidade (1). Face ao elevado número de instrumentos disponíveis e à relevância clínica da fragilidade, é fundamental identificar quais os instrumentos mais adequados para a reabilitação geriátrica.
Este estudo teve como objetivo:
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Rever a investigação atual sobre instrumentos de rastreio da fragilidade em reabilitação geriátrica;
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Avaliar a relação entre a fragilidade e os resultados clínicos; e
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Identificar os instrumentos mais adequados para a previsão da fragilidade em adultos mais velhos que procuram reabilitação geriátrica.
Em clínicas de fisioterapia comunitárias com foco em desfechos funcionais, a velocidade da marcha e o *Frailty Phenotype* constituem os principais instrumentos de avaliação.
MÉTODOS
Desenho do estudo: Revisão sistemática.