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Fragmentação da atividade física e declínio funcional em adultos mais velhos: descobertas do National Health and Aging Trends Study
PONTOS CHAVE
- Adultos mais velhos cujos padrões de atividade eram mais fragmentados, o que significa que mudavam frequentemente de ativos para sedentários, tinham maior probabilidade de sofrer declínios na função física.
INTRODUÇÃO E OBJETIVOS
Os dispositivos vestíveis de nível de investigação proporcionaram-nos uma maior compreensão da atividade física e do seu impacto na saúde (1). Uma das variáveis recentes que tem recebido muita atenção devido à sua associação com uma fraca função física e saúde é a probabilidade de transição de ativo para sedentário (ATSP - active-to-sedentary transition probability) (1). A ATSP é definida como a probabilidade de transição de estar fisicamente ativo para estar sedentário (1). É calculada como o número de episódios (bouts) de atividade física dividido pelo número total de minutos ativos. Por outras palavras, a ATSP é o inverso da duração média do período de atividade física (AF) (1). Uma ATSP mais elevada indica um padrão de AF mais fragmentado, um fenótipo proposto de envelhecimento acelerado pelo qual os períodos de AF contínua são encurtados e interrompidos por períodos mais frequentes de inatividade (1). No entanto, estes dados não foram avaliados longitudinalmente.
O objetivo deste estudo foi avaliar se a fragmentação da atividade física está associada de forma transversal e longitudinal à função física em adultos mais velhos, independentemente do volume total de atividade e de outros potenciais fatores de confusão.
Os clínicos devem avaliar múltiplas dimensões da atividade física, incluindo o volume total, a intensidade e a fragmentação, em vez de se focarem apenas nos totais da atividade diária.
MÉTODOS
Desenho: Análises secundárias de dados utilizando o National Health and Aging Trends Study.