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Mais do que uma prescrição: a necessidade de teoria comportamental para orientar intervenções de exercício na osteoartrose – uma revisão narrativa
PONTOS CHAVE
- A consistência do exercício aumenta se a autoeficácia for desenvolvida.
INTRODUÇÃO E OBJETIVOS
O exercício como abordagem terapêutica, ou “Exercise is Medicine”, reflete uma iniciativa global para enfatizar os benefícios para a saúde do exercício regular. A American College of Sports Medicine tem uma iniciativa global de saúde que visa tornar “a avaliação da atividade física e a sua promoção uma norma nos cuidados clínicos, ligando os cuidados de saúde a recursos de atividade baseados na evidência para pessoas em todo o mundo e de todas as capacidades.” (1). A evidência apoia o exercício como um componente essencial no tratamento da osteoartrose (OA) para melhorias a curto e longo prazo, caso o exercício seja mantido (2,3).
Os autores desta revisão narrativa apresentam argumentos para promover o exercício através de uma abordagem comportamental, de forma a incentivar a participação a longo prazo, em vez da participação a curto prazo que, frequentemente, termina quando a terapia é concluída. Destacam dois programas típicos e contrastam-nos com abordagens baseadas na teoria comportamental para promover mudanças comportamentais duradouras e facilitar uma maior consistência na prática de exercício.
Quando o exercício é relevante para as prioridades e preferências da pessoa, é mais provável que seja realizado com frequência suficiente para ter um efeito positivo.
MÉTODOS
Trata-se de uma revisão narrativa da literatura. Os autores escolheram este formato para destacar a discussão e apresentar uma estratégia para mudar a prática atual e fornecer recomendações para ensaios clínicos de intervenção na OA.