Reconceptualizar o valor da classificação do tratamento como “ativo” e “passivo” na reabilitação: uma apreciação crítica e uma estrutura de planeamento de tratamento centrada na pessoa

Revisão realizada por Dr Sarah Haag info

PONTOS CHAVE

  1. A categorização das intervenções em “ativas” ou “passivas” cria uma falsa dicotomia que não é sustentada pela evidência e não é útil para o raciocínio clínico.
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INTRODUÇÃO E OBJETIVOS

As intervenções na reabilitação são frequentemente categorizadas como “ativas” ou “passivas”, sendo as intervenções “ativas” comummente favorecidas pelo seu impacto positivo na autoeficácia, na autogestão e, de um modo geral, em melhores resultados (1,2). Nesta apreciação crítica da prática, propõe-se que a categorização “ativa” versus “passiva” não é útil, uma vez que estes termos não estão bem definidos e não reconhecem o continuum de participação do doente e do clínico em cada intervenção.

Os autores tiveram como objetivo apresentar um argumento a favor da eliminação da categorização binária das intervenções como ativas ou passivas e promover interações clínicas que considerem a capacitação do doente e os cuidados centrados na pessoa.

As intervenções “ativas” são comummente favorecidas pelo seu impacto positivo na autoeficácia, na autogestão e, de um modo geral, em melhores resultados.
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Evitar os rótulos "passivo" versus "ativo" pode melhorar a colaboração e promover melhores resultados a longo prazo entre o doente e o clínico.

MÉTODOS / O QUE FOI FEITO

A literatura respeitante à definição de intervenções “ativas” vs. “passivas” foi discutida, e os autores argumentam que, dado não existir uma definição consensual de intervenção ativa ou passiva, foi proposta para consideração a existência de um continuum de passivo a

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