Comunicação empática mais frequente por parte dos fisioterapeutas está associada a melhores resultados na dor crónica de baixo impacto

Revisão realizada por Dr Sandy Hilton info

PONTOS CHAVE

  1. A comunicação empática é eficaz na redução da intensidade da dor.
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INTRODUÇÃO E OBJETIVOS

O sofrimento relacionado com a dor tem um efeito negativo nos resultados da terapia, devido ao aumento do risco de persistência dos sintomas (1). A comunicação empática caracteriza-se por ouvir ou reconhecer as emoções de outra pessoa e ser capaz de compreender a sua perspetiva e prioridades. Existe evidência de que a comunicação empática pode contribuir para o aumento da autoeficácia e para melhores resultados na gestão da dor em cuidados primários (2,3). A comunicação empática inclui ouvir sem julgamento, fornecer encorajamento, utilizar toque suave e apoio verbal com reconhecimento, reconhecendo as emoções e expressões do paciente.

Os autores deste estudo afirmam que o objetivo principal foi testar a hipótese de que tratamentos de fisioterapia que utilizam comunicação empática mais frequente estão associados a maiores melhorias na intensidade da dor reportada pelos pacientes. O objetivo secundário foi avaliar a associação da comunicação empática com a assiduidade, adesão aos exercícios, aliança terapêutica e estado emocional do paciente.

Existe evidência de que a comunicação empática pode contribuir para o aumento da autoeficácia e para melhores resultados na gestão da dor em cuidados primários.
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Independentemente das opções de tratamento, a comunicação empática pode ser utilizada e representa uma forma económica de todos os fisioterapeutas melhorarem a satisfação dos pacientes e os resultados clínicos.

MÉTODOS

  • Foi selecionada uma amostra por conveniência de adultos com 18 anos ou mais, encaminhados para fisioterapia ambulatorial devido a dor musculoesquelética nas costas, pescoço ou membros. Os participantes apresentavam dor há três ou mais meses e concordaram em participar durante
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