O modelo biopsicossocial se perde na tradução: da deturpação a uma modernização enativa

Revisão realizada por Dr Sandy Hilton info

PONTOS CHAVE

  1. Uma abordagem biopsicossocial enativa exige que os clínicos sejam flexíveis e confortáveis com a incerteza.
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INTRODUÇÃO E OBJETIVOS

O modelo biopscicossocial foi descrito na literatura clínica como uma ferramenta para a prática desde que Engel o propôs pela primeira vez em 1977 (1). O significado mudou ao longo do tempo, em alguns casos tornando-se altamente biomédico com pouco atenção aos contextos psicológicos e sociais da saúde e da doença.

Os autores relatam que esse facto interferiu de forma negativa nos contributos da pesquisa e da prática clínica. Eles apresentaram uma variação humanística, que era focada na pessoa, e uma variação causal, concentrada nas contribuições multifatoriais de saúde e de doença.

A fim de trazer novos conceitos e modernizar o modelo biopsicossocial, os autores tiveram como objetivo propor uma abordagem enativa, que combinasse experiência, abordagens práticas e orientadas para a ação e cognição.

O modelo biopscicossocial foi descrito na literatura clínica como uma ferramenta para a prática desde 1977.
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O modelo biopsicossocial permite que os utentes não apenas se sintam ouvidos, mas também que seus tratamentos reflitam em sua conexão com o ambiente fora da clínica.

MÉTODOS

Este artigo foi uma revisão narrativa crítica do modelo biopsicossocial em termos de saúde e dor musculoesquelética. O escopo da revisão foi limitado à introdução da literatura básica sobre enativismo e destacou o trabalho sobre o avanço do tema.

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