O aumento do fluxo sanguíneo e o edema do tendão precedem a expansão vascular e as alterações da matriz tecidular na tendinopatia humana precoce: uma potencial janela para uma melhor resposta ao tratamento

Revisão realizada por Dr Seth O’Neill info

PONTOS CHAVE

  1. O fluxo sanguíneo aumenta na tendinopatia inicial.
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INTRODUÇÃO E OBJETIVOS

A tendinopatia é uma condição musculoesquelética comum e incapacitante, mas a sua fisiopatologia subjacente e progressão temporal permanecem pouco compreendidas. Características clínicas como dor, inchaço, aumento do fluxo sanguíneo e desorganização da matriz estão bem descritas, mas a sequência em que estas alterações ocorrem continua pouco clara.

Evidência emergente identifica um papel para os glicosaminoglicanos (GAGs) e para os proteoglicanos na tendinopatia, sendo que o nível de GAGs corresponde ao edema e aos sintomas. Estas alterações parecem ocorrer precocemente no desenvolvimento da tendinopatia, e os processos associados poderão ser mais responsivos à mudança se forem alvo de intervenção precoce.

O objetivo deste estudo transversal foi clarificar de que forma o stress tecidular relacionado com carga mecânica, os processos inflamatórios e celulares, e as alterações vasculares evoluem ao longo das fases iniciais e crónicas da tendinopatia.

A tendinopatia é uma condição musculoesquelética comum e incapacitante, mas a sua fisiopatologia subjacente e progressão temporal permanecem pouco compreendidas.
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A tendinopatia inicial responde bem à modificação da carga e à tranquilização, enquanto a tendinopatia crónica requer uma reabilitação mais longa e progressiva.

MÉTODOS

Este estudo utilizou um desenho transversal, examinando pessoas com e sem tendinopatia rotuliana. Foram incluídos três grupos:

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