A eficácia e segurança do treino de restrição de fluxo sanguíneo para o tratamento pós-operatório de fratura distal do rádio

Revisão realizada por Dr Nicholas Rolnick info

PONTOS CHAVE

  1. A atrofia muscular pós cirúrgica é um problema grave que pode afetar a recuperação a longo prazo.
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INTRODUÇÃO E OBJETIVOS

O uso de exercícios de baixa intensidade com restrição de fluxo sanguíneo (BFR) está a crescer na reabilitação uma vez que permite não apenas fornecer um resultado semelhante em comparação com treino de força de alta carga, mas também reduzir a dor e o edema pós-cirúrgico (1 ). No entanto, as evidências pós-cirúrgicas sobre a eficácia da BFR de baixa intensidade estão amplamente concentradas nas extremidades inferiores (1-4).

O objetivo deste estudo foi investigar se a prática de quatro semanas de exercícios de baixa carga com BFR poderiam melhorar a força muscular, massa muscular, dor, função, cicatrização óssea, além de serem considerados “seguros” em comparação com a reabilitação tradicional de baixa carga em um coorte de utentes pós-cirúrgicos com fratura distal do rádio submetidos à redução aberta e fixação interna.

O uso de exercícios de baixa intensidade com restrição do fluxo sanguíneo tem crescido na reabilitação porque pode reduzir a dor e o edema pós-cirúrgico.
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Este estudo mostrou que a restrição do fluxo sanguíneo é bem tolerada e proporciona benefícios visíveis na redução da dor, edema do punho e função em comparação com exercícios tradicionais de baixa intensidade.

MÉTODOS

Este estudo investigou os efeitos de quatro semanas de BFR de baixa carga adicionada aos cuidados habituais, começando entre o 3º e o 7º dia pós-operatório em 35 utentes após redução aberta e fixação interna do rádio com (n =

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